Novembro é mês de Copa RS de Futebol Americano

Janine Niedermeyer
novembro01/ 2016

A chegada do mês de novembro marca a retomada da Copa RS de Futebol Americano. Com quatro equipes na disputa, o torneio terá sua próxima rodada dupla no dia 13 de novembro na cidade de Santa Maria. O Bulldogs de Venâncio Aires que sediou a 1ª rodada no final de setembro, agora viaja para enfrentar o Bento Gonçalves Snakes, a partir das 9h.

Na mesma data, os donos da casa, Santa Maria Soldiers vão jogar contra o São Leopoldo Mustangs, às 14h. Já a 3ª rodada está programada para 20 de novembro, em Bento Gonçalves, com Soldiers x Bulldogs às 9h e Snakes x Mustangs, às 14h.

Na estreia da Copa RS em Venâncio Aires, o Bulldogs bateu o Mustangs por 25×09 e o Snakes venceu o time B do Soldiers por 26×00. A equipe de Santa Maria, aliás, que no fim de semana garantiu vaga na elite do futebol americano brasileiro, a Super Liga para 2017, ao se tornar campeão da Conferência Sul da Liga Nacional.

Em preparação para 2ª rodada, o Head Coach Miguel Greiner enfatiza que no último fim de semana o elenco aproveitou o domingo, 30, pela manhã para treinar as principais jogadas ofensivas. “Na quarta, feriado, faremos treino na parte da manhã novamente, para nos acostumarmos ao horário. No sábado, 5, executaremos as nossas jogadas de times especiais”.

Na semana que antecede o duelo, serão promovidas reuniões com grupos específicos de jogadores para serem ajustados os planos de jogo. “No sábado pré-jogo teremos um treino bem leve e didático para não prejudicar o desempenho dos atletas no dia seguinte. Teremos que sair de viagem às 3 horas da madrugada, será uma viagem cansativa”, conclui Miguel.

Foto: Maicon Nieland/ Arquivo Olá

Proposta de antecipação do IPTU tem parecer negativo na Câmara de Vereadores

Guilherme Siebeneichler
novembro01/ 2016

O projeto de lei encaminhado pelo Município ao Legislativo para garantir a antecipação do IPTU 2017, além do parcelamento do tributo, recebeu parecer contrário e está baixado para análise. Conforme os procuradores da Casa, a proposta possui inconformidades por antecipar receitas previstas para o próximo ano fiscal, segundo explicou a vereadora Ana Cláudia do Amaral Teixeira (PDT) na noite desta segunda-feira, 31.

A proposta pautou os debates na Câmara de Vereadores, especialmente pela situação financeira da Administração Municipal. Eduardo Kappel (PP) destacou que o projeto não deve ser aprovado no Legislativo Municipal, porém, solicitou medidas para garantir desconto aos contribuintes que buscam efetuar o pagamento a vista. “Não deve passar na Câmara porque há inconformidades na lei. Ainda estamos aguardando mais um parecer para colocar a proposta em votação. Precisamos preservar o desconto mas com datas diferentes.”

O petista, José Cândido Faleiro Neto destacou que não houve antecipação de IPTU em governos anteriores. “ O imposto de 2017 não faz parte deste governo, por isso não concordo com a antecipação de receitas. Isso nunca aconteceu em outros governos, nem Almedo ou Glauco quando estavam em último ano de mandato.”

A expectativa da bancada de situação é de colocar a proposta em votação na próxima sessão legislativa.

CPFL Energia assume a operação da AES Sul

Janine Niedermeyer
novembro01/ 2016

A CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, concluiu nesta segunda-feira, 31 de outubro, a compra da distribuidora gaúcha AES Sul do grupo americano The AES Corp. Com isso, a CPFL Energia assumiu a operação da concessionária, que passa a se chamar RGE Sul. A aquisição encerrada hoje está em linha com o planejamento estratégico do Grupo CPFL, fortalecendo a sua posição de liderança no segmento de distribuição de energia elétrica no País.

“A compra da AES Sul mostra a disposição da CPFL Energia em liderar o movimento de consolidação do setor elétrico, com foco na excelência operacional, na disciplina de capital, na gestão eficiente de custos e na criação de valor para os stakeholders. Temos uma plataforma corporativa integrada que está preparada para trilhar uma trajetória de crescimento no setor, possibilitando que o Grupo aproveite as novas oportunidades de expansão”, afirma o presidente da CPFL Energia, Andre Dorf.

Pelos termos da operação, a CPFL Energia irá pagar R$ 1,7 bilhão à The AES Corp. pela compra da AES Sul e assumirá R$ 1,1 bilhão em dívidas da concessionária, de modo que o valor final do negócio é de R$ 2,8 bilhões.

O Grupo CPFL já negociou com instituições financeiras a captação de recursos para financiar a aquisição, que serão complementados com o dinheiro em caixa da companhia. A aquisição não irá implicar em quebra dos limites de alavancagem financeira do Grupo.

A partir de agora, a CPFL Energia terá 120 dias para substituir toda a identidade visual dos ativos da AES Sul para a nova marca RGE Sul. No curto prazo, essa será a única mudança percebida pelos clientes da concessionária, uma vez que todos os serviços prestados atualmente serão mantidos, tais como fatura por e-mail e débito em conta corrente. A operação também não implicará em mudanças nas tarifas de energia atualmente praticadas pelas AES Sul.

Fonte: Imprensa da RGE

Clube do filme terá nova sessão no dia 12 de novembro

Janine Niedermeyer
novembro01/ 2016

A próxima sessão do Clube do Filme de Venâncio Aires trará para debate a repressão do Estado contra o negro. Essa é a base do filme “Branco sai, Preto fica”, escolhido para exibição no próximo dia 12 (sábado), junto ao Museu, que fica na rua Osvaldo Aranha, em frente à agência FGTAS/Sine.

A programação ainda terá o horário confirmado, mas está prevista para ser após às 16h, em função da Conferência Municipal de Cultura, que ocorre na mesma data. O longa proposto para exibição quer marcar a passagem do 20 de novembro, Dia da Consciência Negra no Brasil e como forma de valorizar o cinema nacional.

HISTÓRIA
“Branco sai, Preto fica” foi lançado em 2014, com direção de Adirley Queirós, tendo recebido premiações, incluindo o de melhor filme no 47º Festival de Brasília. A produção traz a história de uma noite de 1986 que não acabou: aquela em que a polícia reprimiu com violência um baile de black music na Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, deixando uma porção de feridos.

A frase que dá título ao filme saiu da boca de um policial naquela noite fatídica. Os brancos podiam ir embora, os pretos fi cavam para apanhar. Além do longa em exibição dia 12, a proposta de reproduzir
curtas-metragens será inserida nesta segunda sessão do Clube.

O primeiro a ser mostrado deverá ser “Entre Nós”, que é um curta produzido pelo venâncio-airense Maciel Fischer, que estudou cinema na Universidade Federal de Pelotas e lançado em maio de 2015, tendo o curta sido selecionado para diversos festivais internacionais e dentro do Brasil.

Foto: Reprodução

Dom Aloisio Dilli visita o município nos próximos dias

Janine Niedermeyer
novembro01/ 2016

A Paróquia São Sebastião Mártir terá nos próximos dias, uma agenda especial de visita do novo bispo da Diocese de Santa Cruz do Sul. Dom Aloisio Dilli (foto) estará em Venâncio Aires entre 4 e 6 de novembro, participando de diferentes atividades.

Essa será a primeira presença do religioso na Capital do Chimarrão, após assumir a Diocese no fim do mês de agosto. A visita pastoral abre na sexta-feira, 4, com a acolhida ao bispo a partir das 8h na Casa Pastoral, no centro da cidade.

Ao longo do dia ainda fará visita ao Hospital São Sebastião Mártir e encontros com a equipe do Centro Promocional João XXIII e com lideranças das comunidades e pastorais. No sábado, 5, pela manhã haverá encontro reservado com os padres e à tarde visita aos bairros do município.

Ao fim da tarde iniciarão as missas de crismas de 140 jovens e 70 adultos em quatro diferentes celebrações, na Matriz, Nossa Senhora Rainha, Santa Rita de Cássia e outra vez Matriz. O encerramento da visita se dará no domingo, 6, com missa na Matriz.

Festa do Bastião

Na última semana foi lançada ofi cialmente a 141ª Festa de São Sebastião Mártir, que será de 19 a 22 de janeiro no pavilhão que leva o nome do padroeiro de Venâncio Aires. Em destaque a Ação Entre Amigos,
que vem com 40 prêmios, sendo os quatro primeiros em dinheiro: 1º prêmio (R$ 18 mil); 2º (R$ 10 mil); 3º (R$ 4 mil) e 4º prêmio (R$ 2 mil).

A ação já está sendo vendida por R$ 7,00 uma cartela com três números. O sorteio dos ganhadores se dará na noite do dia 22 de janeiro, às 22h, na presença do público no pavilhão São Sebastião Mártir. A edição 2017 traz como festeiros os casais Junior e Mônica Simon, Leonardo e Cecília Justen, e Luís e Noili dos Santos.

Foto: Arquivo Pessoal

Conselho Estadual aprova projeto Cena Cultural em Venâncio Aires

Janine Niedermeyer
novembro01/ 2016

O Conselho Estadual de Cultura deu parecer favorável para o projeto denominado “1º Cena Cultural em Venâncio Aires”. A aprovação ocorreu em reunião do grupo realizada nesta segunda-feira, 31 de outubro, em Porto Alegre.

A parceria público-privada, foi cadastrado junto ao Pró-cultura RS LIC (Lei de Incentivo à Cultura) e estava tramitando desde 16 de julho deste ano. Através da Bola Ideias – que possui cadastro de produtor
cultural, a proposta foi encaminhada, com orçamento de R$ 47 mil e terá apoio da Prefeitura.

Conforme o secretário municipal de Cultura, Esportes e Turismo, Thomas Lenz a partir de agora é necessário fechar a agenda de apresentações com os grupos. Empresas já teriam sido buscadas para garantir a captação do valor do projeto.

A proposta é levar ao centro da cidade, 20 atrações com artistas locais, ou seja, da própria Capital do Chimarrão, nas áreas de teatro, música e danças. A programação está prevista de 16 à 20 de dezembro, em uma estrutura com palco cênico.

Nos cinco dias de eventos sempre ocorrerão apresentações após o horário comercial na Travessa São Sebastião Mártir. Em contrapartida, o projeto ainda realizará oficinas em 2017, nos meses de abril e maio, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Otto Brands, tanto para alunos como professores, com 20h para cada área: música, teatro e danças, sempre no modo de inicialização. Essas atividades
também serão com oficineiros do município.

Foto: Arquivo PMVA

PSDB/DEM/PMDB realizam encontro pós eleições

Guilherme Siebeneichler
outubro31/ 2016

Integrantes da coligação União pela renovação de Venâncio (PSDB/DEM/PMDB) realizaram na sexta-feira à noite, 28, um encontro de avaliação da campanha eleitoral. Vinícius Medeiros e Adilor Adams disputaram a prefeitura em 2 de outubro conquistando 15,64% dos votos.

A coligação garantiu três vagas na Câmara de Vereadores: Isaura Landim (PMDB), André Puthin (PMDB) e Helena da Rosa (PMDB). A confraternização, na Chácara de Adilor Adams, reuniu candidatos dos três partidos, apoiadores, coordenação de campanha, filiados e dirigentes partidários. O prefeito eleito de Mato Leitão, Carlos Alberto Bohn (PSDB), e representantes do diretório estadual do PSDB e do deputado estadual Lucas Redecker (PSDB) também marcaram presença.

Tanto Vinícius Medeiros como Adilor Adams agradeceram o envolvimento e trabalho de todos na divulgação da proposta de renovação na política venâncio-airense. Medeiros destacou que o projeto terá continuidade e com um novo desafio já para as eleições gerais de 2018: eleger um deputado estadual de Venâncio Aires. Durante o encontro, o PSDB manteve o cronograma partidário confirmando novas filiações. “Trabalhamos em grupo com pessoas sérias e transparentes. Precisamos da união das pessoas e das novas ideias”, disse o presidente tucano.

psdb-venancio

CRÉDITO: Divulgação/AI PSDB

Comitiva embarca para a Índia para defender agronegócio do tabaco

Guilherme Siebeneichler
outubro31/ 2016

Uma longa viagem repleta de incertezas. Assim tem sido o histórico da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), o primeiro e único tratado internacional de saúde pública da Organização Mundial da Saúde. Adotada pela Assembleia Mundial da Saúde em 21 de maio de 2003, a CQCT entrou em vigor em 27 de fevereiro de 2005. Parte da Organização das Nações Unidas (ONU), até o momento 180 países ratificaram sua adesão ao tratado, inclusive o Brasil, segundo maior produtor e maior exportador de tabaco em folha desde 1993. Grandes concorrentes brasileiros no mercado mundial de tabaco, como Argentina, Estados Unidos e Moçambique, não assinaram o protocolo.

Em 27 de outubro de 2005 a adesão do Brasil à CQCT foi formalmente ratificada pelo Senado Federal, com ressalvas quanto à proteção da produção e do livre comércio. Na época, um documento assinado por seis ministros, afirmava que a produção e a exportação de tabaco não seriam prejudicadas. “O que vimos em anos anteriores foi um governo apressado em adotar as recomendações das Conferências das Partes (COP), sem levar em conta a importância econômica e social do tabaco no País”, afirma Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco).

O objetivo inicial da Convenção-Quadro, lá em 2003 quando foi aprovada, era diminuir o consumo de cigarros e a exposição à fumaça. Restrições foram feitas e outras estão sendo propostas na área da publicidade e propaganda, patrocínio, pontos de venda, espaços permitidos para fumar, aditivos, aumento de impostos, etc. Mas outros temas já foram levantados nesse fórum, como limitação ou redução da área plantada, fim da assistência técnica e do sistema integrado de produção (um grande diferencial do setor do tabaco), discriminação do tabaco de outras safras agrícolas, entre outras.

Mesmo podendo prejudicar a vida de milhares de pessoas, especialmente no Sul do Brasil, entidades ligadas à cadeia produtiva não podem participar das COPs. Na delegação brasileira, apenas representantes da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), encabeçada pelo Ministério da Saúde. Ainda que sem participação garantida, diversos representantes da cadeia produtiva embarcam nessa semana para a Índia, onde de 7 a 12 de novembro, será realizada a 7ª Conferência das Partes (COP7), momento em que as delegações dos Estados Partes discutem e aprovam diretrizes para orientar os países na adoção de medidas nacionais.

“Por várias vezes a cadeia produtiva precisou se mobilizar para não ser afetada. Mesmo sendo impedidos de participar, precisamos nos manter alertas para não sermos pegos de surpresa com medidas que possam ir contra a produção, a renda e o emprego de milhares de brasileiros. Essa é única conferência do mundo sob alçada da ONU em que os maiores interessados não podem participar, ferindo preceitos básicos de democracia e transparência. É preciso acompanhar, debater e cobrar das autoridades a maior participação do Brasil em decisões estratégicas para a economia de centenas de municípios da Região Sul”, conclui Schünke que embarca para a índia na próxima quinta-feira, 3 de novembro.

PREOCUPAÇÃO

Entre os temas que serão debatidos na COP7, o pedido de intervenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) em questões de natureza comercial preocupa o setor. “O tabaco, assim como outros produtos exportados pelo País, faz parte de acordos internacionais junto à Organização Mundial do Comércio (OMC). Mas a OMS quer retirar o tabaco desses acordos, o que poderá prejudicar em muito as exportações, especialmente o Brasil que é responsável por 30% dos embarques mundiais”, afirma Schünke.

“O Brasil é protagonista na Convenção-Quadro e nos preocupa a falta de clareza sobre os assuntos que serão discutidos. Precisamos esclarecer qual será a posição do governo brasileiro sobre este e outros assuntos durante a Conferência para que a cadeia produtiva não seja prejudicada. Queremos mais transparência e equilíbrio nesse sentido”, enfatiza o executivo.

CRÉDITO: Assessoria de Imprensa/ Sinditabaco

FOTO: Junio Nunes/ Divulgação

Ato contra a homofobia é realizado em Taquari

Guilherme Siebeneichler
outubro31/ 2016
A Lagoa Armênia, ponto turístico da cidade de Taquari, foi palco do ato NãoPassarão, na tarde de domingo, 30. As atividades foram organizadas por jovens da cidade e teve falas sobre machismo, homofobia, contra a PEC 241 e o governo Temer. Além das falas, houve apresentação de músicos locais.
Segundo os organizadores, o evento não teve cunho partidário, e trouxe assuntos considerados tabus, inclusive no ambiente escolar. O encontro proporcionou o diálogo entre os participantes, e a reflexão sobre temas atuais.
De acordo com a descrição do ato no facebook, o evento consistiu em uma reunião pública de pessoas que não aceitam nenhum retrocesso social ou político, e de quem não aceita que o machismo, a homofobia, o racismo e facismo tenham espaço na sociedade.
Cerca de 150 pessoas participaram das atividades. Segundo os organizadores outros eventos serão realizados.
CRÉDITO: Divulgação
FOTO: André Liziardi

COP7 mobiliza representantes do tabaco e setores da saúde

Guilherme Siebeneichler
outubro31/ 2016

Começa a corrida à Índia e a defesa da cadeia produtiva do tabaco. O país é sede da 7ª Conferência das Partes para o Controle do Tabaco. O jornalista Guilherme Siebeneichler embarca na próxima quinta-feira, 3 para acompanhar o evento e transmitir aos leitores do Olá Jornal todos os detalhes.

Produtores
Na data em que era comemorado o Dia do Produtor de Tabaco, 28 de outubro, a Associação Internacional de Produtores de Tabaco (ITGA em inglês) divulgou nota oficial pedindo maior participação dos fumicultores nos debates da COP7. A entidade representa agricultores de 15 países, incluindo o Brasil, Argentina, Índia e China.
A ITGA alerta ainda para a falta de transparência no evento da Organização Mundial de Saúde, e solicitou ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, que busque na convenção ouvir todas as partes envolvidas, seguindo o que determina a ONU. Destaca ainda que não houve oportunidade, ao longo dos 11 anos da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, para que os produtores de fumo fossem ouvidos e apresentassem a realidade da cadeia produtiva.

Campanha
Assim como a cadeia produtiva quer a participação do governo brasileiro no combate ao contrabando de cigarros, na última semana a principal ONG anti-tabagista, a ACTBr, lançou campanha para que o presidente Michel Temer (PMDB) assine o Protocolo para Eliminação do Mercado Ilegal de Produtos de Tabaco. O documento será integrado a Convenção-Quadro, listando ações conjuntas entre as nações para diminuir o comércio ilegal do produto. O Brasil precisa que o presidente assine o documento e o Congresso Nacional aprove. São necessários 40 países para garantir que o tratado saia do papel. Até o momento, 23 governos já confirmaram participação.