Sine de Venâncio Aires divulga vagas de empregos desta semana

Olá Jornal
novembro24/ 2025

A agência FGTAS/Sine de Venâncio Aires atualiza as oportunidades de empregos disponíveis nesta semana. As vagas são para empresas da Capital do Chimarrão e da região. Interessados devem comparecer na unidade instalada junto ao espaço Venâncio Empreendedor, na rua Tiradentes, número 1060. Informações podem ser buscadas também pelo telefone/whats: 2183-0742.

CONFIRA AS VAGAS DESTA SEMANA:

ABATEDOR
Não é necessário experiência.
ABATEDOR DE AVES
Não é necessário experiência.
ABATEDOR DE AVES E SUÍNOS
Ensino fundamental completo.
Disponibilidade para trabalhar em Lajeado – RS.
AÇOUGUEIRO
Disponibilidade de horários.
Vaga para a cidade de Mato Leitão – RS
Auxilio combustível.
AGENTE DE PREVENÇÃO DE RISCOS
Experiência é um diferencial. Supermercado.
AGENTE FUNERÁRIO
Disponibilidade para trabalhar finais de semana.
AJUDANTE DE CARREGAMENTO
Com experiência.
Ensino Fundamental Completo.
AJUDANTE DE PROCESSO DE TABACO
Não é necessário experiência.
Empresa de Santa Cruz do Sul
AJUDANTE DE MOTORISTA
Não é necessário experiência.
ASSADOR/CHURRASQUEIRO
Com experiência.
ATENDENTE
Experiência com atendimento ao público
ATENDENTE DE BALCÃO
Experiência é um diferencial
ATENDIMENTO AO CLIENTE
Atendimento ao público, empresa de Internet.
ATENDENTE DE FARMÁCIA
Experiência na área de atendimento
ASSISTENTE DE CUSTOS
Superior em andamento Administração ou ciências contábeis.
Experiência na área.
ASSISTENTE DE MANUTENÇÃO DE REFRIGERAÇÃO INDUSTRIAL
Não é necessário experiência.
ASSISTENTE DE QUALIDADE
Experiência em setores de qualidade ou pós-vendas
ASSISTENTE DE VENDAS
Não é necessário experiências
Para comércio, horário do fechamento.
AUXILIAR DE AÇOUGUE/DESOSSADOR
Vaga para a cidade de Mato Leitão – RS
Auxilio combustível.
AUXILIAR ADMINISTRATIVO
Experiência na área

AUXILIAR ADMINISTRATIVO
Inglês fluente
Experiência na área
AUXILIAR DE CONFEITARIA
Auxiliar na padaria e no atendimento
AUXILIAR DE CONSERVAÇÃO DE RODOVIAS
Para trabalhar na Rodovia.
AUXILIAR DE COZINHA
Com experiência.
Disponibilidade de horários.
AUXILIAR DE COZINHA
Com experiência.
Vale transporte.
AUXILIAR DE COZINHA
Com experiência.
Disponibilidade de horários aos finais de semana.
AUXILIAR DE COZINHA
Vaga para Lajeado
Experiência na função
AUXILIAR DE EXPEDIÇÃO
Desejável experiência.
AUXILIAR DE EMPILHADEIRA
Experiência na área
AUXILIAR DE ENGENHARIA DE PROCESSOS
Necessário experiências
AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO
Experiência na área
Vaga para Clinica
AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO
Setor frogorifico
AUXILIAR INSTALADOR
Não necessita experiência
Disponibilidade de horários
AUXILIAR DE LIMPEZA
Com experiência.
AUXILIAR DE LIMPEZA
Não é necessário experiência.
AUXILIAR DE LIMPEZA GERAL
Limpeza do setor de abate.
Necessita transporte próprio.
AUXILIAR DE LOGÍSTICA
Experiência em rotinas logísticas, estoque.
Para turno da noite.
AUXILIAR DE MARCENEIRO
Não é necessário experiência.
AUXILIAR DE MONTADOR
Não é necessário experiência.

AUXILIAR OPERAÇÕES LOGÍSTICAS
Não é necessário experiência
AUXILIAR DE PADARIA
Não é necessário experiência
Disponibilidade de horários.
Vaga para Mercado.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Removedor interno
vaga para ramo fumageiro
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não é necessário experiência.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não é necessário experiência.
Vaga para Frigorifico.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não é necessário experiência.
Condução própria.
Vaga para Ervateira.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Experiência em eletrônicos.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não é necessário experiência.
Área de costura.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Com experiência em lixadeira e esmilhadeira.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não é necessário experiência.
Vaga para a cidade de Cruzeiro do Sul – RS.
Possui transporte fretado gratuito ou paga auxílio combustível.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Experiência em polimento e fundição.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Experiência é um diferencial.
Área artefatos de cimento.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não necessita experiência.
Empresa possui 3 turnos.
Vaga para a cidade de Estrela – RS.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Experiência é um diferencial.
Setor de Madeiras.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não necessita experiência.
Setor de Máquinas Agrícola.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Necessário experiência em Metalúrgica.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não necessita experiências.
Setor frigorífico.
Vaga para Garibaldi – RS.

AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não necessita experiência.
Vaga para setor de Fundição.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Empresa de material elétrico.
Necessita condução própria.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não necessita experiência.
Setores de expedição, acabamento, rebarbação, moldagem, vazamentos e modelaria.
AUXILIAR DE PRODUÇÃO
Não necessita experiência.
Vaga para o setor de refrigeração.
AUXILIAR MULTIFUNCIONAL
Sem experiência.
Área construção civil.
AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL
Não é necessário experiências
Disponibilidade de horário
AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS
Para trabalhar em cozinha
CAIXA
Desejável experiência.
Disponibilidade de horários.
Vaga para a cidade de Mato Leitão.
Auxilio combustível.
CAIXA
Desejável experiência.
Disponibilidade de horários.
Vaga para Mercado.
CAIXA
Não é necessário experiência.
Ensino Médio Completo.
Vaga para Farmácia.
CAIXA/CREDIÁRIO
Não é necessário experiência
CAIXA/FRENTISTA
Desejável experiência.
Abertura e fechamento de caixa.
Disponibilidade de horários.
CARPINTEIRO
Necessário ensino fundamental.
Vaga para a cidade de SINIMBU – RS.
CASEIRO/SERVIÇOS GERAIS
Experiência em a fazeres do campo.
Com moradia.
Cidade de Portão – RS.
CALÇADISTA
Não é necessário experiência
CALDEREIRO SOLDADOR
Experiência
CAMAREIRA
Não é necessário experiência

CONFEITEIRA
Com experiência.
COSTUREIRA
Não é necessário experiência comprovada em costura.
COSTUREIRA/REVISORA
Experiência é um diferencial.
COSTUREIRA/REVISORA
Experiência em reta e overlock.
Benefícios ofertados pela empresa: assiduidade, prêmio por produção.
COZINHEIRA(O)
Experiência na função
Disponibilidade de horários
Vaga para Lajeado
CUIDADORA
Vaga para clinica geriátrica
DESIGNER
Experiência na área
Para loja de roupa
ELETRICISTA
Desejável curso de elétrica predial e industrial,
Curso NR10 e NR35.
CNH B.
ELETRICISTA AUTOMOTIVO
Conhecimento na área
ELETRICISTA MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
Com experiência.
Curso de NR10 e elétrica.
ELETRICISTA INDUSTRIAL
Experiência é um diferencial.
ELETRICISTA INDUSTRIAL
Manutenção e instalações elétricas em máquinas, equipamentos e instalações industriais.
Com experiência na área
EMPACOTADOR
Não é necessário experiência.
EMPREGADA DOMÉSTICA
Realizar os afares da casa
ESTÁGIO
Vaga para área do marketing
Turno da tarde
ESTÁGIO
Vaga para área administrativa
FARMACÊUTICO
Cursando ou formado na área.
FISCAL DE PREVENÇÃO DE PERDAS
Com experiência na função.
FRENTISTA
Com experiência.
Atendimento ao cliente e abastecimento de veículos.

FRENTISTA
Com experiência.
Disponibilidade de horários.
Condução própria.
FRENTISTA/CAIXA
Ensino Fundamental Completo
GARÇOM
Para horário do almoço.
GARÇOM/GARÇONETE
Com experiência.
Para finais de semana
IMPRESSOR FLEXOGRÁFICO
Experiência é um diferencial
Para Santa Cruz do Sul
INSTALADOR DE SISTEMAS DE SEGURANÇA
Experiência na área
CNH B
Disponibilidade para viagens
JARDINEIRO
Vaga para meio turno
Experiência na área
MAGAREFE/PALETEADOR
Trabalhar com abate, embalagem e expedição.
Mato Leitão.
MANOBRISTA
Não é necessário experiência
MECÂNICO MONTADOR
Experiência na área.
MECÂNICO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
Manutenção e fabricação de máquinas e equipamentos industriais.
Com experiência
MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
Experiência na área
MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
Experiência na área
Vaga para a cidade de CRUZEIRO DO SUL – RS.
Possui transporte fretado gratuito ou paga auxílio combustível.
MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
Experiência na área
Vaga para a cidade de Mato Leitão – RS.
MONTADOR/INSTALADOR DE ACESSÓRIOS
Desejável experiência.
MONTAGEM E ACABAMENTO DE CALÇADOS
Não é necessário experiências
Para Arroio do meio
MONITOR DE SISTEMAS ELÉTRICOS
Curso em elétrica
Curso em operação de testes Hipot
MOTORISTA
Experiência na área

Vaga para obra em trecho asfáltico
MOTORISTA
Com experiência.
Vaga para setor de frigorífico (coleta e entrega)
CNH C.
MOTORISTA
Com experiência.
Vaga para setor de alimentos (coleta e entrega)
CNH C.
MOTORISTA
CNH D.
Experiência em Munk.
MOTORISTA OPERADOR DE BETONEIRA
Transporte e entrega de cargas de concreto.
CNH C/D
OFICIAL DE COZINHA
Experiência
Vaga turno da manhã.
OPERADOR DE ETE
Experiência na área.
Vaga para a cidade de CRUZEIRO DO SUL – RS.
Possui transporte fretado gratuito ou paga auxílio combustível.
OPERADOR DE EMPILHADEIRA
Ter curso e experiência na área.
Experiência em garfo e clamps.
OPERADOR DE EMPILHADEIRA
Experiência na função.
OPERADOR DE MÁQUINAS
Experiência na área
OPERADOR DE MÁQUINAS CNC
Curso ou conhecimento leitura e interpretação de desenho técnico e metrologia
OPERADOR DE PRODUÇÃO
Vaga para Estrela e Bom Retiro, opção de moradia casais/família.
Setor de granja.
OPERADOR DE RETRO/MÁQUINA
Experiência na área
ORÇAMENTISTA TÉCNICO
Crusos na área
Conhecimento em elétrica industrial
PEDREIRO/SERVENTE
Experiência em obras.
Vaga para a cidade de SINIMBU – RS.
Possui alojamento.
PEDREIRO/SERVENTE
Experiência em obras.
PINTOR
Experiência na área
PINTOR
Não é necessário experiência.
PREPARADOR DE CHAPEADOR

Com experiência.
PROJETISTA
Experiência na área
RECEPCIONISTA
Para turno da noite
RECEPÇÃO/SERVIÇOS GERAIS
Disponibilidade de horários
REPOSITOR
Com ou sem experiência.
REPOSITOR
Com ou sem experiência. Para Mato Leitão
SERRALEIRO/MONTADOR
Experiência na área é um diferencial.
SERVENTE
Experiência na área
Vaga para obra em trecho asfáltico
SERVIÇOS GERAIS
Para ramo da costura
Não é necessário experiência
SERVIÇOS GERAIS
Auxiliar na parte de refrigeração e ar condicionado.
SOLDADOR
Atividades de solda para manutenção e fabricação de máquinas e equipamentos industriais.
Com experiência na área
SOLDADOR
Necessário experiência.
SOLDADOR TIG
Necessário experiência
SOLDADOR
Experiência na função.
Disponibilidade para viagens.
TÉCNICO DE ELETRÔNICA
Necessário experiência na área
TÉCNICO DE FUNDIÇÃO/METALÚRGICO
Curso técnico de fundição.
TÉCNICO DE SEGURANÇA TRABALHO
Experiência na área
TÉCNICO INSTALADOR
Conhecimento em instalação de fibra óptica
TRABALHADOR DE AVICULTURA
Granja de Produção de ovos
TORNEIRO MECÂNICO
Necessário experiência.
Para cidade de Mato Leitão – RS
TORNEIRO MECÂNICO
Necessário experiência.
Vaga para a cidade de Cruzeiro do Sul – RS
Possui transporte fretado gratuito ou paga auxílio combustível.

VAGA INTERMITENTE
Caixa e repositor
VENDEDOR
Necessário experiência.
Moveis sob medida.
VENDEDOR EXTERNO
Experiência em atendimento ao cliente e vendas
VENDEDOR INTERNO
Necessário experiência
VENDEDOR (A)
Não e necessário experiência.
Vaga temporária para final de ano.
VENDEDORA
Necessário experiência.
VENDEDOR (A)
Não é necessário experiência.
Empresa de telefonia.
VENDEDOR(A)
Não é necessário experiência
VIGILANTE
Reciclagem em dia
Informática básica
Experiência na função

Temperaturas sobem, mas pancadas de chuva aparecem na região

Olá Jornal
novembro23/ 2025

A região dos Vales do Taquari e Rio Pardo terá uma semana com variação de tempo entre sol, calor e chuvas isoladas, segundo a previsão meteorológica.

Segunda-feira (24/11) começa com temperaturas baixas, os termômetros registrando mínima de 13°C. Ao longo do dia, o sol aparece entre períodos de maior nebulosidade, mas há possibilidade de pancadas de chuva e temporais isolados. A máxima chega aos 28°C, com 60% de chance de chuva e previsão de 5 mm de precipitação.

Terça-feira (25/11) terá início com tempo firme e céu parcialmente nublado, mínima de 14°C. Durante a tarde e noite, pancadas de chuva e temporais isolados podem ocorrer no Vale. A máxima atinge 30°C, com 50% de chance de chuva e 6 mm previstos.

Quarta-feira (26/11), quinta-feira (27/11) e sexta-feira (28/11) apresentam predomínio de sol e tempo firme, com temperaturas em elevação. As mínimas ficam entre 14°C e 15°C, enquanto as máximas chegam a 31°C e 32°C. Não há previsão de chuva para esses dias.

Sábado (29/11), entretanto, a previsão indica retorno das chuvas, com 70% de probabilidade e 11 mm de precipitação. As temperaturas oscilam entre 17°C e 28°C, proporcionando um dia mais ameno e úmido.

Os meteorologistas recomendam atenção aos períodos de chuva, principalmente no começo da semana, e aproveitamento das tardes quentes para atividades ao ar livre.

COP11 encerra priorizando recomendações e estudos ambientais

Olá Jornal
novembro22/ 2025

A décima primeira sessão da Conferência das Partes (COP11) da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco (CQCT) foi concluída neste sábadp, 22, com uma série de medidas consideradas determinantes para o futuro das políticas globais de controle do tabaco. O encontro reuniu 160 país, (de 183 países membros) entre 17 e 22 de novembro de 2025, em Genebra, para fortalecer estratégias de saúde pública e sobre o consumo de tabaco.

Entre os avanços alcançados, destacam-se novas medidas relacionadas ao impacto ambiental do tabaco, ao incremento de recursos sustentáveis para o controle do consumo, ao desenvolvimento de políticas de longo prazo e a iniciativas que reforçam a responsabilização da indústria do tabaco pelos danos sociais, sanitários e ambientais que provoca.

“Estas importantes decisões tomadas pelas Partes da Convenção contribuirão para salvar milhões de vidas nos próximos anos e para proteger o planeta dos danos ambientais causados pelo tabaco”, afirmou Andrew Black, chefe interino do Secretariado da CQCT. Ele ressaltou ainda que a Convenção “representa um marco para a saúde pública e a cooperação internacional”.

Impactos ambientais em foco

A proteção do meio ambiente foi um dos temas centrais da COP11. As Partes discutiram medidas para prevenir e gerir resíduos provenientes de produtos de tabaco e nicotina, incluindo dispositivos eletrônicos. Triliões de bitucas de cigarro, que contêm filtros plásticos e substâncias químicas tóxicas — poluem ecossistemas terrestres e marinhos todos os anos.

Uma das decisões adotadas convida os países a considerarem opções regulatórias abrangentes relacionadas aos componentes internos e externos dos produtos de tabaco e nicotina que agravam o impacto ambiental. A proposta inclui: reforço da aplicação do Artigo 18 da Convenção, que trata especificamente de questões ambientais; realização de pesquisas e estudos nacionais sobre resíduos do tabaco; criação de bases de dados e campanhas de conscientização pública; elaboração de regulações sobre classificação e gestão dos resíduos; e fortalecimento da participação dos países em fóruns internacionais que discutem impactos ambientais relacionados ao tabaco.

O Secretariado da CQCT também foi incumbido de desenvolver um relatório técnico sobre a categorização desses resíduos, incluindo filtros plásticos e dispositivos eletrônicos, como cigarros eletrônicos, com o objetivo de impedir a interferência da indústria do tabaco nas políticas ambientais.

MOP4

A 4ª Reunião das Partes do Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito de Tabaco (MOP4) ocorrerá em também em Genebra, na Suíça, de 24 a 26 de novembro, e serve como órgão diretivo para discutir ações conjuntas para o contrabando. É um tratado internacional que entrou em vigor em 2018 e conta com 71 Partes. Na MOP, as Partes analisarão uma série de medidas destinadas a moldar o futuro do Protocolo e seu papel na eliminação do comércio ilícito de produtos de tabaco.

FOTO: Guilherme Siebeneichler

COP12 para o Controle do Tabaco será realizada na Armênia em 2027

Olá Jornal
novembro22/ 2025

A 12ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco será realizada na Armênia, em sua capital, Yerevan. O país sede foi aprovado na plenária final da 11ª Conferência das Partes, na tarde deste sábado, 22, último dia da edição deste ano. O evento da Organização Mundial da Saúde (OMS) foi realizado em Genebra, na Suíça. 

A COP12 deve ser realizada em 2027, sem data ainda confirmada. O país sede anunciou sua candidatura durante a plenária final do evento deste ano, sendo aprovado por consenso por todos os países membros e com representações diplomáticas no evento global. 

Além do novo país sede, também foi aprovado que a presidência da próxima COP será de responsabilidade do país Omã. O representante será Dr Jawad Al-Lawati, atual vice-presidente da COP11. 

PAÍS SEDE

A Armênia é uma ex-república soviética localizada na montanhosa região do Cáucaso,entre a Ásia e a Europa. Uma das primeiras civilizações cristãs, é identificada por locais religiosos, como o Templo greco-romano de Garni e a Catedral de Etchmiadzin, sede da Igreja Armênia datada do século IV. O mosteiro Khor Virap é um local de peregrinação próximo ao Monte Ararat, vulcão adormecido do outro lado da fronteira, na Turquia.

Venâncio Aires registra disparada nas exportações em outubro e consolida posição entre os gigantes do comércio exterior gaúcho

Olá Jornal
novembro22/ 2025

O mês de outubro trouxe resultados expressivos para o comércio exterior de Venâncio Aires. O município registrou US$ 138,8 milhões em exportações, um salto de 112,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. O desempenho colocou a Capital do Chimarrão entre os destaques do Estado, reforçando o peso da economia local no cenário internacional. Este é o melhor resultado para o mês desde 2017.

Além do forte crescimento nas exportações, o município obteve um superávit comercial de US$ 134,8 milhões no mês, impulsionado principalmente pela venda de tabaco, que continua sendo o carro-chefe da pauta exportadora local. Países como Bélgica, China e Emirados Árabes Unidos concentraram a maior parte das compras do produto venâncio-airense.

ACUMULADO
De janeiro a outubro de 2025, Venâncio Aires somou US$ 862,8 milhões em negócios internacionais, um avanço de 14,8% na comparação com o mesmo período de 2024. O resultado mantém o município como o quinto maior exportador do Rio Grande do Sul, consolidando sua relevância histórica no comércio exterior estadual.

A China segue como o principal parceiro comercial ao longo de 2025, com US$ 264 milhões negociados, o que corresponde a 30,6% de todo o movimento internacional da cidade. Em seguida aparece a Bélgica, que totalizou US$ 135,6 milhões, equivalente a 15,7% do volume acumulado.

IMPACTO DO TARIFAÇO
Enquanto alguns mercados ampliaram suas compras, os negócios com os Estados Unidos sofreram retração significativa após a adoção de novas tarifas pelo governo de Donald Trump. As vendas para o mercado norte-americano caíram 38,4% no acumulado do ano. Mesmo assim, o país ainda aparece entre os principais destinos, com US$ 58,8 milhões movimentados até outubro, valor que representa 6,8% do total.

Especialistas apontam avanço do mercado ilegal e pedem revisão urgente das políticas globais de controle do tabaco

Olá Jornal
novembro21/ 2025

Especialistas internacionais em saúde pública e redução de danos vêm alertando que políticas proibicionistas adotadas em vários países, muitas delas inspiradas ou incentivadas por diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), estão estimulando o crescimento do mercado ilegal, fortalecendo redes criminosas e resultando em medidas punitivas desproporcionais. O diagnóstico comum é que o atual modelo de controle do tabaco, focado em impostos elevados, proibições amplas e processos rígidos de aprovação de produtos, desconsidera evidências científicas, ignora o comportamento real dos consumidores e falha em oferecer alternativas mais seguras para fumantes adultos.

Segundo esses especialistas reunidos em Genebra e que acompanham a 11 Conferência das Partes (COP11) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, os impactos negativos já são visíveis em diversas regiões. Relatos citam casos em que comerciantes foram criminalizados por vender produtos de nicotina de menor risco, enquanto operações policiais gastam recursos significativos combatendo atividades que poderiam ser reguladas de forma mais inteligente. Em alguns países, autoridades têm usado regulações restritivas como ferramenta para corrupção e cobrança de subornos. Há também a crítica de que estudos frequentemente dão ênfase ao uso juvenil de nicotina, ignorando adultos que dependem de alternativas para deixar de fumar.

Outro ponto levantado é que legislações mal elaboradas e burocracias complexas abrem espaço para arbitrariedades. Em alguns casos, governos implementam impostos e restrições sem fornecer informações básicas aos cidadãos, gerando insegurança regulatória e enfraquecendo a confiança pública. Eles observam ainda que, mesmo quando leis moderadas são aprovadas, agências reguladoras podem impor regras mais duras do que o previsto, prejudicando usuários que buscam abandonar o cigarro.

Há consenso de que consumidores, as pessoas mais diretamente afetadas pelas políticas de nicotina, continuam excluídos das discussões, tanto em nível nacional quanto nas negociações internacionais. Essa ausência, afirmam, distorce o debate e impede a formulação de políticas equilibradas. Para muitos, a participação pública não deveria ser opcional, mas parte estruturante de qualquer estratégia de saúde.

REGULAÇÃO
No campo regulatório, especialistas defendem modelos mais humanos e eficazes, baseados em evidências e alinhados ao princípio de redução de danos. Isso incluiria revisões profundas em dispositivos legais, como a Lei de Controle do Tabaco nos Estados Unidos, e uma atuação mais pragmática por parte de agências como a americana FDA, considerada excessivamente avessa ao risco e restritiva.

As críticas também atingem estruturas internacionais. Analistas destacam que parte significativa dos recursos destinados à OMS é absorvida pela burocracia da CQCT, enquanto apenas uma fração vai para programas de implementação. Além disso, cresce a dependência de financiadores externos, o que, segundo os especialistas, pode influenciar prioridades e prejudicar a independência científica. Muitos afirmam que a organização desviou-se de seu objetivo original, combater o tabagismo, e passou a adotar uma postura de combate amplo à nicotina, sem distinção entre produtos de risco distinto.

Diante desse conjunto de problemas, a avaliação geral é de que a estrutura atual não está funcionando. Há um entendimento de que as restrições custosas e punitivas apenas alimentam o mercado negro, restringem a escolha do consumidor e afastam políticas de saúde baseadas em evidências. Para que a redução de danos avance globalmente, defendem os especialistas, será necessária uma reforma profunda tanto na OMS quanto nas autoridades reguladoras nacionais.

Entre as principais conclusões dos debates recentes, destaca-se que o endurecimento indiscriminado das regras sobre nicotina tem ampliado a criminalidade, limitado opções de abandono do cigarro e excluído os principais interessados das decisões. Para os analistas, somente uma mudança estrutural, que coloque o consumidor no centro das políticas e reconheça diferenças de risco entre produtos, poderá reverter esse cenário.

“Por que somos bem-vindos em uma COP da ONU e excluídos na outra?”, questiona especialista

Olá Jornal
novembro21/ 2025

A participação de especialistas e representantes da sociedade civil na 30 Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), realizada no Brasil, revelou um contraste marcante em relação ao modelo fechado da 11 Conferência das Partes (COP11) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT). A convidada Jeannie Cameron, especializada em redução de danos causados pelo tabaco, comércio anti-ilícito e segurança da cadeia de suprimentos e ex-consultora da CQCT, relatou a experiência de participar da conferência climática e destacou a diferença de tratamento entre os dois espaços da ONU.

Convidada para discutir os impactos das mudanças climáticas em pequenas ilhas, ela explicou que o problema vai além da elevação do nível do mar. “As pequenas ilhas sofrem com o aumento do nível das águas, mas também com o custo da energia. Onde eu vivo, temos um dos preços de eletricidade mais altos do mundo por quilowatt-hora”, afirmou. Para ela, a transição energética é uma oportunidade concreta de justiça social. “A mudança do diesel para energias renováveis não é apenas ambiental, é econômica. Reduz o custo de vida das pessoas.”

Jeannie destacou que uma das diferenças mais marcantes entre a COP11 e a COP30 está na abertura ao diálogo. “Na COP11, a indústria, os consumidores e até a imprensa independente são proibidos de entrar. Já na COP30, todos são convidados, inclusive para falar em painéis”, disse. Segundo ela, a inclusão não é um detalhe, mas parte essencial de qualquer política que pretenda alcançar resultados reais. “É um cenário completamente diferente entre a Convenção do Clima e a Convenção do Tabaco.”

A especialista, que já atuou como funcionária do governo australiano e participou das primeiras negociações da Convenção do Clima nos anos 1990, afirmou que a discrepância entre os dois modelos é difícil de justificar. “A sociedade civil, os consumidores, as ONGs, a indústria, todos deveriam ser bem-vindos em ambos os tratados, porque são tratados multilaterais. Por que excluir em um e não no outro?”, questionou.

DIFERENÇAS
Jeannie fez uma comparação direta entre as duas agendas. “No clima, estamos saindo da energia mais poluente para formas mais limpas. No tabaco, deveríamos sair do cigarro para alternativas menos nocivas. É o mesmo conceito, mas não é a mesma prática.” Ela critica a postura rígida da CQCT. “A secretaria da CQCT parece ser ideologicamente orientada e nem sequer considera a redução de danos. Já a secretaria da Convenção do Clima busca resultados, sem ideologia.”

Questionada sobre a postura brasileira, que sediou uma COP30 aberta, enquanto brasileiros e jornalistas foram barrados na COP11, ela foi direta. “O Brasil precisa olhar atentamente para esse comportamento. Promove uma COP30 extremamente aberta, mas participa de outra COP onde defende posições retrógradas, sem ciência, sem evidências e sem permitir a participação de agricultores, indústria ou outros atores.” Jeannie reforçou a incoerência entre o protagonismo climático do país e sua postura no tratado do tabaco. “A Amazônia é mencionada constantemente na COP30. Mas na convenção do tabaco, o Brasil adota uma posição atrasada e não apoia direitos humanos ligados à saúde pública. Por quê?”

A fala da especialista ecoa um questionamento crescente dentro de círculos diplomáticos e acadêmicos: como duas convenções das Nações Unidas podem operar sob princípios tão distintos de abertura, transparência e participação? Para Jeannie, a resposta está menos na ONU e mais nas escolhas políticas internas de cada secretaria e de cada Estado participante. “É uma diferença marcante. E alguém precisa perguntar por que isso acontece.”

Repasses de emendas impositivas a entidades esportivas somam mais de R$ 96 mil

Olá Jornal
novembro21/ 2025

A manhã desta sexta-feira, 21, foi marcada pela entrega de dois repasses de emendas impositivas destinados a entidades esportivas de Venâncio Aires. Os valores totalizam R$ 96.570,07, fortalecendo ações comunitárias e estruturais nas associações beneficiadas. Durante a assinatura, a prefeita em exercício Izaura Landim destacou a importância da política de emendas e o compromisso de garantir que os recursos cheguem às comunidades. “As emendas impositivas reforçam a parceria entre o Poder Público e as entidades que fazem a diferença na cidade e no interior. Devemos reconhecer os representantes que fazer um belo trabalho a frente das entidades”, afirmou.

Os repasses integram o conjunto final das emendas impositivas previstas para 2025, ano em que o município atingiu 147 emendas assinadas, totalizando R$ 3.362.593,37 em recursos destinados a entidades, projetos e ações em diversas áreas.

Além do encerramento das distribuições referentes a 2025, a Administração Municipal já projeta o próximo ciclo. O orçamento que será encaminhado à Câmara de Vereadores prevê um total de R$ 8 milhões em emendas impositivas para 2026, sendo que 50% desse montante deverá ser aplicado na área da saúde, conforme estabelece a legislação.

Restando apenas uma indicação a ser formalizada, o município conclui praticamente todas as emendas programadas para o ano, ampliando investimentos e garantindo a destinação correta dos recursos às comunidades.

Entidades beneficiadas:

  • Associação Esportiva Cultural e Recreativa Rincão de Souza – R$ 66.570,07 – indicação do vereador André Kaufmann (PSDB)
  • Esporte Clube Palanque – R$ 30 mil – indicação do vereador Ezequiel Stahl (PL)

CRÉDITO: AI PMVA

Frente fria traz chuva e temperaturas amenas no fim de semana na região

Olá Jornal
novembro21/ 2025

A passagem de uma frente fria pelo estado vai influenciar o tempo na Região ao longo do fim de semana, mantendo o céu encoberto e provocando instabilidade. De acordo com a previsão, o sábado e o domingo terão variações de nebulosidade, possibilidade de chuva e temperaturas mais amenas.

No sábado (22), o deslocamento do sistema frontal deixa o céu nublado e favorece a ocorrência de pancadas de chuva e temporais isolados. Apesar disso, períodos de melhoria com aberturas de sol não estão descartados. As temperaturas devem apresentar pouca variação, oscilando entre 16ºC e 23ºC, com previsão de 70% de chance de chuva e volume estimado em 7 mm.

No domingo (23), o tempo permanece instável, mas com menor intensidade. A nebulosidade continua predominando, e pode haver chuva fraca ou garoa em pontos isolados. Ainda assim, o sol pode aparecer entre as nuvens em alguns momentos do dia. As temperaturas ficam mais baixas ao amanhecer, com mínima de 13ºC, e a tarde deve ser agradável, com máxima de 24ºC. A probabilidade de chuva é de 60%, com volume previsto de 4 mm.

As condições devem começar a melhorar gradualmente a partir do início da semana.

Safra de tabaco 2025/2026 será menor que a anterior

Olá Jornal
novembro21/ 2025

A safra 2025/2026 será menor do que a anterior. Já se nota que em algumas regiões pontuais o tabaco não está se desenvolvendo como na safra passada, muito em virtude do clima mais úmido e noites mais frias. A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) terminou essa semana a estimativa inicial.

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, enfatiza que esta é uma estimativa inicial, considerando-se uma produtividade histórica, podendo mudar diante de situações adversas do clima. “Quando falamos em números, é preciso ter em mente que são estimativas iniciais, números que levam em conta a média e, principalmente, o que vai determinar a safra, é o clima. Também precisamos sempre levar em conta que são mais de 500 municípios produtores no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. É um universo amplo de produção. Então, muitas vezes, quando em uma ou outra região o clima castiga e dá uma certa quebra de produção, em outras, ele é favorável, o que faz com que a produtividade e a produção sejam equilibradas”, diz Drescher. Ele ainda explica que a Afubra acompanha as informações a cada semana até o fim da safra.

O tipo Virgínia, que responde a 90,47% da produção sul-brasileira, pode chegar a 619.969 toneladas, uma redução de 4,35% em relação à safra passada. As toneladas da estimativa são divididas em 248.103 toneladas no Rio Grande do Sul (- 7,67%), 202.002 em Santa Catarina (- 2,50%) e 169.864 no Paraná (- 1,40%).

O tipo Burley tem estimativa inicial de 54.979 toneladas (- 7,80%) produzidas no Sul do Brasil, divididas em 30.919 toneladas no Rio Grande do Sul (- 7,75%), 15.741 em Santa Catarina (- 8,55%) e 8.320 no Paraná (- 6,52%). Já no Comum, a estimativa inicial aponta 10.326 toneladas (- 14,47%), divididas em 820 toneladas no Rio Grande do Sul (- 28,66%), 1.089 em Santa Catarina (- 40,64%) e 8.417 no Paraná (- 7,39%). Ao todo, os três tipos (Virgínia, Burley e Comum), tem estimativa inicial, sul-brasileira, de 685.274 toneladas.

ÁREA PLANTADA – No geral, considerando os três Estados, a área plantada teve uma redução de 0,34%, finalizando em 308.943 hectares.
No Paraná foram 83.834 hectares plantados (- 0,18%). Os tipos Burley e Comum tiveram redução: 4.162 ha (- 6,28%) e 3.840 ha (- 0,21%). Já o tipo Virgínia teve um incremento de 0,18%, sendo plantado em 75.832 hectares.

Santa Catarina foi o estado com maior redução nos hectares cultivados com tabaco. Foram 93.033 ha, o que significa -1,25%. A maior redução na área catarinense foi no tipo Comum (- 40,06%), ou seja, 630 hectares cultivados. No Burley, a redução chegou a -5,91%, sendo plantados 7.564 ha. Já o tipo Virgínia ocupa 84.839 hectares (- 0,33%).

O Rio Grande do Sul registra um aumento de 0,22% na área plantada, chegando a 132.076 hectares. Houve redução no Virgínia (- 0,49%) com 115.612 ha e no Comum (- 22,49%) com 510 hectares. Já no Burley houve incremento de 6,72%, passando a 15.954 hectares plantados.

FAMÍLIAS – Considerando os três estados, o número de famílias produtoras fechou em 135.985 (- 1,47%). Santa Catarina é o estado com a maior redução no número de famílias produtoras: -2,52%, ou seja, são 40.668. No Rio Grande do Sul, são 67.815 (- 2,06%). Já no Paraná, houve um aumento de 1,63%, passando a 27.502 famílias produtoras.

PRODUTIVIDADE – A produtividade do tabaco sul-brasileiro também tem estimativa de ter redução. Os produtores gaúchos estão com a menor produtividade prevista até o momento: 2.146 kg/ha no Virgínia (- 7,22%), 1.938 kg/ha no Burley (- 13,56%) e 1.607 kg/ha no Comum (- 7,96%).

Já em Santa Catarina a produtividade está estimada em 2.381 kg/ha no Virgínia (- 2,18%), 2.081 kg/ha no Burley (- 2,80%) e 1.729 kg/ha no Comum (- 0,97%).

A estimativa da produtividade do tabaco dos paranaenses aponta para 2.240 kg/ha no Virgínia (- 1,58%), 1.999 kg/ha no Burley (- 0,25%) e 2.192 kg/ha no Comum (- 7,20%).