Pesquisa confirma impacto social do modelo de aprendizagem rural do Instituto Crescer Legal

Olá Jornal
novembro29/ 2025

Os resultados de uma pesquisa inédita, conduzida pelo IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social, revela o impacto social do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal. O estudo foi realizado em duas etapas: a primeira, quantitativa, foi divulgada em abril. Em seguida, foi realizada a segunda etapa, com análise qualitativa, feita com sete grupos focais e 21 participantes selecionados com base no potencial de coleta de dados, sendo jovens egressos e familiares.

Segundo os pesquisadores, chama  atenção a robustez da metodologia do programa e a sustentabilidade temporal do impacto percebido pelos participantes, considerando que alguns dos entrevistados já tinham passado pelo processo de formação há quase 10 anos. “É uma transformação muito duradoura e profunda, que reverbera em impactos muito tangíveis, criando uma mudança que se sustenta no longo prazo”, comenta Joana Noffs, analista de projetos do IDIS.

O gerente de Monitoramento e Avaliação do IDIS, Daniel Barretti, acrescenta que relatos sobre descobertas, aprendizados, desenvolvimento pessoal, organização e gestão foram constantes, bem como de valorização e diversificação das propriedades familiares. Também reforçou a relevância e a contribuição do Programa de Aprendizagem Profissional Rural no combate ao trabalho infantil e na promoção do desenvolvimento integral de jovens.

A avaliação revelou resultados positivos e significativos em diversas dimensões da vida dos egressos. Por exemplo, a oferta de um salário como jovem aprendiz mostrou-se um quesito importante para a adesão e permanência no programa. E isso resultou em qualificação profissional aumentada e desenvolvimento de competências protagonistas. Os relatos mostraram melhora expressiva em habilidades de comunicação, oratória, pensamento crítico e iniciativa, que persistem após a conclusão do curso e são aplicadas nas trajetórias profissionais e pessoais.

Os resultados também foram evidenciados pelo estímulo à diversificação das possibilidades de atuação profissional e à sucessão rural sustentável. Muitos jovens implementaram projetos inovadores em suas propriedades, o que, por sua vez, gera novas fontes de renda e fortalece o interesse em permanecer no meio rural. A sustentabilidade dos benefícios é elevada, com os aprendizados e as mudanças de mentalidade perdurando ao longo do tempo.

“A pesquisa mostra que, para muitos jovens, o Programa de Aprendizagem foi um divisor de águas que impulsionou em direção à qualificação e ao empreendedorismo”, comenta a gerente Nádia Fengler Solf, que acompanha a jornada de sucesso desde a fundação do Instituto. “Os resultados, tanto quantitativos quanto qualitativos, confirmam que o programa não apenas cumpre seus objetivos imediatos, mas também gera transformações duradouras na vida dos participantes, de suas famílias e de suas comunidades”, acrescenta.

Veja alguns dados de impacto social

– Diversificação das propriedades familiares – Após a participação no Programa de Aprendizagem Profissional Rural houve diversificação em 38% das propriedades familiares, especialmente com cultivos de hortaliças, frutas e grãos.

– Sucessão rural sustentável – Cerca de 48% dos jovens aumentaram seu interesse em ser sucessor na propriedade e 49% adquiriram mais interesse em permanecer no meio rural.

– Possibilidades de atuação profissional – 74% dos egressos ampliaram suas redes de parcerias e 72% passam a enxergar novas possibilidades de atuação profissional.

– Aumento da segurança financeira – 33% dos participantes relatou aumento do acesso a bens e serviços e 63% tiveram maior contribuição para a renda familiar.

– Valorização da identidade rural – 55% dos jovens passaram a valorizar mais a cultura local e 45% passaram a valorizar mais a profissão de agricultor.

– Aumento da qualificação profissional – 73% afirmaram que a qualificação recebida os ajudou a acessar novas oportunidades.

– Desenvolvimento de competências protagonistas – 71% melhoraram suas habilidades de comunicação, 65% desenvolveram o pensamento crítico, 65% se tornaram mais engajados na comunidade e 57% se tornaram mais proativos.

– Aumento do grau de escolaridade – 87% dos jovens participantes da pesquisa, que têm entre 14 e 26 anos, completaram o Ensino Médio ou ingressaram no Ensino Superior e 49% adquiriram interesse em se formar em cursos das ciências agrárias ou licenciaturas.

CRÉDITO: AI Crescer Legal

Venâncio Aires fecha outubro com queda no emprego, mas mantém saldo positivo no acumulado do ano

Olá Jornal
novembro29/ 2025

O município de Venâncio Aires registrou em outubro perda no mercado formal de empregos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O saldo foi negativo com a perda de 773 vagas, resultado de 936 admissões e 1.709 desligamentos, o que representa uma variação relativa de –4,08% no estoque de trabalhadores com carteira assinada.

O setor que mais contribuiu para o resultado negativo foi a Indústria, que encerrou o mês com menos 777 postos de trabalho, reflexo de 389 admissões frente a 1.166 desligamentos. O resultado está ligado ao fim do período de contratos temporários para a safra de processamento do tabaco, que seguiu entre os meses de janeiro e agosto.

A Construção também apresentou retração, com saldo de –16 vagas. Os setores de Comércio (+8) e Serviços (+12) tiveram leve recuperação, enquanto a Agropecuária manteve estabilidade.

Apesar do tombo em outubro, os números do ano mostram um cenário diferente. No acumulado de janeiro a outubro, Venâncio Aires registra 984 novos empregos, resultado de 15.601 admissões frente a 14.617 desligamentos.

A Indústria, que teve desempenho negativo no mês de outubro, lidera o saldo anual com +482 vagas no período. Também se destacam a Construção (+66), o Comércio (+125) e os Serviços (+305), todos com crescimento ao longo do ano. A Agropecuária soma +6 postos entre janeiro e outubro.

A variação relativa acumulada no estoque de empregos chega a +5,73%, indicando um ano ainda positivo para a geração de vagas, apesar da desaceleração acentuada registrada neste último mês.

Mesmo sem consenso, COP11 define novos rumos do tratado de controle do tabaco focado em governança e meio ambiente

Olá Jornal
novembro29/ 2025

A 11ª Conferência das Partes (COP11) da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco, realizada em Genebra na última semana, aprovou decisões que buscam redesenhar o futuro das políticas globais de controle do tabaco e impor novos desafios ao setor nos próximos anos. As resoluções divulgadas pelo secretariado mostram que apesar da falta de consenso, pautas de controle do tabagismo, incluindo medidas que interferem na produção e responsabilização da cadeia produtiva, devem seguir nos debates na próxima edição, que ocorre em dois anos, em Yerevan, Armênia.

A edição de 2025 reforça tanto a agenda regulatória quanto à responsabilidade ambiental da indústria, consolidando um movimento internacional por medidas mais rigorosas para reduzir o consumo e mitigar os impactos socioambientais da cadeia do tabaco.

A decisão ligada às pautas de aplicação do tratado, incentiva governos a adotarem políticas inovadoras além das exigências mínimas da Convenção, destacando o Artigo 2.1 como instrumento jurídico que autoriza regulações mais estritas.

O texto reafirma princípios fundamentais da CQCT, como a necessidade de estratégias nacionais robustas e a proteção das políticas públicas contra a interferência da indústria, prevista no Artigo 5.3. A COP11 endossou o relatório do Grupo de Especialistas criado na COP10, que descreve medidas voluntárias e não exaustivas, incluindo políticas de “fim de jogo”, ambientes 100% livres de fumo, restrições ampliadas de disponibilidade, regulações mais fortes sobre novos produtos de nicotina e controles sobre design e composição dos produtos. Embora não obrigatória, a decisão cria respaldo político para que países avancem com iniciativas como o fim progressivo da venda de tabaco, embalagens ainda mais padronizadas, idade mínima escalonada e regras rígidas para varejo e novos dispositivos.

MEIO AMBIENTE
Paralelamente, a decisão está ligada ao Artigo 18, que trata sobre Meio Ambiente. A decisão parte de resoluções da ONU, de relatórios sobre impactos ambientais do tabaco e de decisões anteriores da própria COP, ressaltando que a cadeia produtiva do tabaco, do cultivo ao descarte, gera danos significativos e se relaciona a diversos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. A decisão reconhece que muitos países ainda carecem de bases legais e capacidades técnicas para lidar com resíduos tóxicos, especialmente os gerados pelos dispositivos eletrônicos de nicotina.

Um dos pontos que mais chamaram atenção durante a COP11 foi a centralidade dos filtros de cigarro no debate ambiental. Apesar de não mencionados nominalmente na resolução, eles foram amplamente discutidos como resíduos altamente poluentes, não biodegradáveis e carregados de substâncias tóxicas como nicotina e metais pesados. As medidas aprovadas abrem caminho para sua possível classificação como resíduos perigosos, para a realização de estudos econômicos e ambientais sobre seu descarte, e para a criação de regulações mais rígidas sobre componentes dos produtos de tabaco.

A decisão também fortalece a agenda de responsabilização da indústria, com o Secretariado encarregado de desenvolver recomendações sobre políticas de poluidor-pagador, responsabilidade estendida do produtor e metodologias para estimar danos ambientais.

FILTROS
O projeto apresentado pela delegação do Brasil, ainda em 2024 na COP10, do Panamá, propondo o banimento dos filtros de cigarros, não avançou. Este era um dos pontos mais criticados por representantes da cadeia produtiva, porque se aprovado, poderia resultar no crescimento do mercado ilegal.

Apesar das alterações na proposta brasileira, a proibição do filtro de cigarro foi removida e todas as medidas que excedem a convenção foram feitas voluntárias em vez de vinculativas, deixando a decisão final para os governos nacionais. Ao longo de dois dias a delegação do Brasil realizou reuniões e buscou consenso sobre a proposta, com alterações do texto, porém, não avançou.

EXPERIÊNCIAS
As resoluções da COP11 aprovadas e publicadas na última semana também ampliam o papel do Secretariado da Convenção, que deverá disseminar experiências, apoiar pesquisas, desenvolver guias e instrumentos técnicos e apresentar à COP12 um relatório abrangente sobre políticas de prevenção e gestão de resíduos, incluindo salvaguardas contra iniciativas da indústria. Esse fortalecimento operacional é visto como chave para ajudar países, principalmente os de baixa e média renda, a avançar na implementação das medidas propostas.

Para delegações e especialistas, as decisões da COP11 representam um divisor de águas. Ao consolidar diretrizes para políticas inovadoras e ao introduzir a dimensão ambiental de forma mais contundente, com atenção especial aos filtros de cigarro, a conferência inaugurou uma fase regulatória, integrada e orientada para acelerar o declínio do consumo de tabaco. Embora não vinculantes, as resoluções criam forte pressão internacional, legitimam avanços legislativos ousados e estabelecem bases para transformações profundas no setor do tabaco nos próximos anos.

Região terá sábado de calor intenso e domingo com risco de temporais

Olá Jornal
novembro29/ 2025

A Região deve registrar um fim de semana marcado por forte calor e mudança brusca nas condições do tempo. De acordo com a previsão meteorológica, o sábado (29) será de tempo firme, com sol predominante entre períodos de maior nebulosidade. As temperaturas sobem gradualmente e variam entre 18°C e 36°C, garantindo uma tarde quente e com sensação de abafamento. Não há expectativa de chuva para o dia.

No domingo (30), o sol ainda aparece no Vale, mas o avanço de áreas de instabilidade associadas ao deslocamento de uma frente fria muda o cenário a partir da tarde. A nebulosidade aumenta e devem ocorrer pancadas de chuva, que podem ser fortes em alguns momentos. Há risco de temporais isolados, acompanhados de rajadas de vento e descargas elétricas.

Mesmo antes da virada no tempo, as temperaturas permanecem elevadas, com mínima de 19°C e máxima de 33°C, mantendo a sensação de abafamento.

Região Sul registra queda de produtores de tabaco, Venâncio Aires cresce

Olá Jornal
novembro29/ 2025

A Região Sul do país registrou nova redução no número de famílias produtoras de tabaco. Considerando os três estados, o total fechou em 135.985 produtores, queda de 1,47% em relação ao ciclo anterior. Santa Catarina apresentou a maior retração, com diminuição de 2,52% e total de 40.668 famílias. No Rio Grande do Sul, são 67.815 produtores, redução de 2,06%. O Paraná foi o único estado com crescimento, registrando aumento de 1,63% e atingindo 27.502 famílias.

Além disso, a safra 2025/2026 tende a ser menor do que a anterior. Em algumas regiões, já é possível observar atraso no desenvolvimento das lavouras, influenciado por clima mais úmido e noites frias. A estimativa inicial foi divulgada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) nesta semana.
O presidente da entidade, Marcilio Drescher, reforça que os números ainda são preliminares. Segundo ele, as projeções consideram produtividade histórica e podem mudar conforme as condições climáticas. Drescher lembra que mais de 500 municípios produzem tabaco no Sul, o que torna o cenário bastante diverso e permite que perdas em regiões específicas sejam compensadas por melhores condições em outras.

No tipo Virgínia, responsável por 90,47% da produção sul-brasileira, a estimativa inicial aponta 619.969 toneladas, retração de 4,35%. O Rio Grande do Sul pode colher 248.103 toneladas (-7,67%), Santa Catarina deve alcançar 202.002 toneladas (-2,50%) e o Paraná, 169.864 toneladas (-1,40%).
Para o tipo Burley, a previsão é de 54.979 toneladas, queda de 7,80%. Já o tipo Comum tem estimativa inicial de 10.326 toneladas, uma redução ainda mais expressiva, de 14,47%. Somando os três tipos, a produção prevista para a Região Sul chega a 685.274 toneladas.


A área plantada nos três estados também teve pequena retração. Ao todo, foram registrados 308.943 hectares cultivados, diminuição de 0,34%. No Paraná, a área total é de 83.834 hectares, com reduções nos tipos Burley e Comum e leve aumento de 0,18% no Virgínia, que chegou a 75.832 hectares.

CRESCIMENTO
Na contramão da realidade do Sul, Venâncio Aires voltou a aumentar o número de produtores de tabaco. Conforme dados da Emater/Ascar, a safra 2025/2026 tem 3.315 famílias envolvidas na atividade, o maior número dos últimos quatro anos. O crescimento representa alta de 36,6% em relação à safra 2023/2024, quando eram 2.425 famílias, e aumento de 1,9% frente ao ciclo 2024/2025, que registrou 3.253 produtores.

A produção estimada para o município é de 20.241 toneladas, distribuídas em 8.650 hectares plantados. A produtividade média prevista é de 2.340 quilos por hectare, índice ligeiramente inferior ao do ciclo anterior, que atingiu 2.595 quilos por hectare.

Na safra 2024/2025, Venâncio Aires registrou 20.592 toneladas colhidas. Já em 2022/2023, a cidade tinha 2.425 famílias produtoras e produção de 18.040 toneladas, com produtividade média de 2.200 quilos por hectare.

FOTO: Divulgação/AI SindiTabaco

Venâncio Aires celebra seus talentos no Destaque Esportivo 2025

Olá Jornal
novembro28/ 2025

Na noite desta sexta-feira (28), o Clube de Leituras foi o palco da maior celebração do esporte venâncio-airense: a premiação do 24º Destaque Esportivo. Em uma noite marcada por emoção, reconhecimento e orgulho, atletas, dirigentes, familiares e apaixonados pelo esporte lotaram o espaço para celebrar quem, ao longo do ano, elevou o nome do município em diferentes modalidades, categorias e competições.

Com 113 inscritos nas categorias Atleta, Dirigente e Entidade, a cerimônia destacou talentos que, ao longo do ano, representaram o município em diversas competições. Os escolhidos pelo júri especializado como Atletas Destaque foram Roberto Wessling (Atletismo), como Destaque Municipal/Regional; Gustavo Wagner Dallafavera (Atletismo), como Destaque Estadual/Nacional; e Cecília Sousa de Almeida (Padel), reconhecida internacionalmente. A homenagem também alcançou quem trabalha nos bastidores, elegendo Valdir König como Dirigente Destaque e a Associação Vôlei Venâncio (AVV) recebeu o título de Entidade Destaque 2025. Já o Troféu Popular da internet ficou com o jogador de futebol Bernardo Pujol, que somou 318 votos. Já o momento de maior emoção veio com o Destaque Especial, entregue a Romeu Siebeneichler, o Romeuzinho, figura querida e exemplo para gerações dentro do Esporte Clube Guarani.

Ao todo, 88 atletas, 14 dirigentes e 11 entidades receberam certificados em reconhecimento aos resultados e dedicação demonstrados ao longo da temporada. Entre os finalistas estavamAmanda Müller Hickmann (Voleibol), Cecília Sousa de Almeida (Padel), Giovana Laísa Martins (Karatê-Dô), Gustavo Blasi (Judô), Gustavo Wagner Dallafavera (Atletismo), Murilo Sausen Xavier (Futebol de Campo), Nathália Silberschlag Derlamm (Futsal/AUBF), Maria Júlia Backes Camargo (Patinação Artística), Roberto Wessling (Atletismo) e Thomas Mathias Endler (Vôlei de Praia).

Em 2025, mais de R$ 2,5 milhões foram investidos no setor, contemplando mais de 20 modalidades por meio de projetos, parcerias voluntárias, leis de incentivo, patrocínios e diversos programas de apoio. Além disso, mais de 50 emendas impositivas fortaleceram ainda mais o desenvolvimento esportivo no município. O Programa Municipal de Incentivo ao Futebol Amador (PROMIEA) também foi destaque, destinando R$ 680 mil ao esporte local.

A noite do Destaque Esportivo reforçou que, muito além das medalhas, o que realmente importa são as trajetórias construídas com disciplina, paixão e perseverança. Foi uma celebração do esforço de cada pessoa que, de alguma forma, ajuda a escrever a história esportiva de Venâncio Aires — uma história que segue crescendo, se fortalecendo e inspirando novas conquistas.

CRÉDITO: AI PMVA

Shows da Fenachim 40 anos serão anunciados durante mateada no Parque do Chimarrão

Olá Jornal
novembro28/ 2025

A comissão organizadora da 18ª Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim) apresenta no domingo, 30 de novembro, as primeiras atrações da edição que celebra os 40 anos do evento. A divulgação ocorrerá durante uma mateada especial, a partir das 17h, no Morada Velha, no Parque Municipal do Chimarrão.

Os shows nacionais foram definidos de forma conjunta entre comissão e Django Produções, parceiro em mais uma edição da Fenachim. Durante o encontro, também serão anunciados os valores e os pontos de venda dos ingressos.

Segundo a comissão, a divulgação antecipada busca oferecer mais planejamento ao público e fortalecer a mobilização para a próxima edição da Festa com Sabor do Rio Grande.

CRÉDITO: AI FENACHIM

Resiliência será o tema da Expoagro Afubra 2026

Olá Jornal
novembro28/ 2025

Ninguém melhor do que o produtor rural e sua família sabe o significado da palavra resiliência. São anos enfrentando estiagens, enchentes, granizo e vendavais, o alto custo para manter a propriedade rentável e as oscilações do mercado, independente da cultura ou atividade produtiva exercida, superando as adversidades e seguindo em frente. Com força e superação, transformam os desafios em aprendizado e, com equilíbrio e otimismo, focam na viabilidade e no crescimento de suas propriedades.

São quatro os pilares que sustentarão o tema central da 24ª Expoagro Afubra: Ambiental, Tecnológico e Produtivo, Econômico e Humano e Social. “A intenção é levar em consideração estes quatro pilares na construção da programação e das atividades da Feira”, explica o engenheiro agrônomo Marco Antonio Dornelles, coordenador geral da Expoagro Afubra. Para isso, patrocinadores, expositores, instituições e entidades que estão presentes na Feira estão sendo convidados a concentrar a sua participação no tema central e seus pilares.

– Pilar Ambiental: foca em práticas que fortaleçam o meio ambiente, a conservação do solo e da água e os sistemas sustentáveis de produção;
– Pilar Tecnológico e Produtivo: as novas tecnologias e técnicas que focam o aumento da produtividade e a inclusão de culturas e cultivares, bem como soluções físicas para as propriedades e comunidades contra as intempéries;
– Pilar Econômico: evidencia a estabilidade financeira, agregação de valor, novos mercados, diversificação, programas e políticas públicas de incentivo;
– Pilar Humano e Social: considera a família e a comunidade, centralizando ações no bem-estar, na educação, na sucessão e na longevidade.

CRÉDITO: AI Afubra

Assemp divulga números oficiais da 40ª Oktoberfest , que recebeu mais de 420 mil pessoas 

Olá Jornal
novembro28/ 2025

A Associação de Entidades Empresariais de Santa Cruz do Sul (Assemp), parceira do Município na realização da Oktoberfest, divulgou, na tarde desta quinta-feira, 27 de novembro, os números oficiais da 40ª Oktoberfest e Feirasul 2025, realizadas de 9 a 12, 16 a 19 e 23 a 26 de outubro, em Santa Cruz do Sul. De uma maneira geral, os números apontam um leve crescimento com relação ao público e consumo. De acordo com a Assemp, os eventos reuniram um público circulante (no Parque da Oktoberfest e na cidade), durante os 12 dias, de aproximadamente 420 mil pessoas, levando em consideração todos que acessaram gratuitamente o parque na noite de abertura, nos horários de gratuidade, no Dia da Maturidade Ativa e Dia da Criança, além dos cinco desfiles temáticos e festivos realizados no centro da cidade.

O consumo de bebidas e alimentação, controlado via sistema de cashless (Oktober Karte), registrou a comercialização de 201.189 itens de alimentação durante a Festa da Alegria, ficando um pouco abaixo dos 203.273 registrados em 2024. Já o consumo de chope teve uma alta de 18 mil litros com relação ao ano anterior, passando de 186,4 mil litros para 204 mil em 2025, estabelecendo o novo recorde do evento. “O aumento do consumo comprova a decisão acertada por uma cervejaria local, da Heilige, que atendeu à demanda em qualidade e quantidade, contribuindo para o sucesso da Oktoberfest”, destacou o presidente da Festa da Alegria, Mathias Bertram. 

O consumo de água, refrigerante, sucos e energético também segue em alta, superando os 48 mil litros (2023) e os 62 mil litros (2024) de não alcóolicos em todo o período da Festa da Alegria. Em 2025, foram 70,1 mil litros consumidos em 12 dias de festa. “Esse acréscimo também é muito positivo, principalmente pela ótima parceria que tivemos com a Fruki, uma empresa da nossa região”, salientou Bertram.

Agricultura Familiar – Outra área de destaque na Oktoberfest foi a Feira da Agricultura Familiar, que esteve em novo local (próximo ao Pórtico Principal) e com área para degustação de produtos. O espaço, que teve o apoio da Secretaria Municipal da Agricultura, Emater/RS-Ascar e Secretaria de Desenvolvimento Rural – SDR, registrou um aumento de 33% nas vendas com relação ao ano anterior. Em 2025, foram comercializados R$ 841.818,00, superando o valor de R$ 633.303,00 de 2024. 

Oktoberfest em números:

420.000 visitantes no parque e na cidade

110.000 pessoas assistiram aos desfiles temáticos e festivos

6.000 pessoas desfilaram

5 shows nacionais

6 palcos 

201.189 itens de alimentação 

204 mil litros de chope

70,1 mil litros de não alcóolicos (refrigerante, água, suco e energético) 

88 apresentações de danças, com 1.300 dançarinos de 30 cidades

50 pontos de alimentação e bebida

Mais de 150 bandas, totalizando mais de 700 músicos 

172 apresentações musicais

167 expositores da Feirasul

Geração de empregos estimada: 5.000, entre diretos e indiretos

310.000 seguidores nas redes sociais 

R$ 60 milhões de movimento econômico estimado na cidade

CRÉDITO: AI Assemp/Four Comunicação 

JTI reforça compromisso com sustentabilidade e celebra resultados

Olá Jornal
novembro28/ 2025

Em um momento em que o mundo volta suas atenções para o debate climático e a realização da COP30 aqui no Brasil, a JTI reafirma seu compromisso com a sustentabilidade, a partir de diversas iniciativas que já fazem parte do escopo de atuação da empresa e de ações que, no dia a dia, geram impactos tanto de eficiência operacional quanto de responsabilidade ambiental. Uma dessas iniciativas é a substituição de copos plásticos por modelos reutilizáveis feitos com fibra de bambu, um material de fonte renovável e menor impacto ambiental.

A primeira fase da iniciativa foi implementada em diversas operações da JTI, como a Fábrica de Cigarros, a Processadora de Tabaco da JTI em Santa Cruz do Sul (RS), além do Centro de Desenvolvimento e Treinamento em Extensão Rural (ADET) e em duas unidades da operação de Market em São Paulo (SP). “Em apenas um ano, eliminamos o uso de 1,8 milhão de copos plásticos, o que representa uma redução de 14,6 toneladas de resíduos e 127 toneladas de CO2, o equivalente ao carbono armazenado por aproximadamente 100 árvores”, destaca Maiara Rodrigues, gerente de EHS da JTI Brasil.

Com os resultados positivos, a JTI avança agora para a segunda fase de implementação do uso dos copos, com a expansão prevista para todas as filiais da empresa no Brasil, completando assim, 100% de cobertura nacional. “Ao atingir todo o escopo planejado, a projeção é de que, em cinco anos, a companhia evite o uso de 14 milhões de copos plásticos, com redução estimada de 110 milhões de quilos de resíduos e 950 milhões de quilos de CO2 emitidos”, comenta Maiara. Além disso, a experiência brasileira está sendo considerada para ser replicada nas operações da empresa no México e Bolívia.

“Essa iniciativa reflete a forma como encaramos a sustentabilidade aqui na JTI, pois olhamos para esse tema como um investimento no futuro”, afirma Juliano Zuege, líder da Fábrica de Cigarros da JTI no Brasil. “Mesmo sendo uma opção mais cara, comparando com o copo de plástico comum, o copo de fibra bambu é uma escolha que reduz significativamente o impacto ambiental e reforça nosso compromisso com práticas responsáveis no dia a dia. Isso significa que priorizamos o consumo consciente de todos os nossos recursos, e a substituição dos copos é só uma fração do que temos feito em termos de responsabilidade ambiental.”

A iniciativa de substituição dos copos caminha lado a lado com a campanha Zero Perda na Fábrica de Cigarros, que estimula uma cultura de conscientização sobre o uso racional de recursos, com iniciativas voltadas à redução do consumo de energia e água, reutilização de materiais e incentivo a hábitos mais sustentáveis junto aos colaboradores. “Essa é uma ação que faz parte do conjunto de práticas que reforçam o compromisso global da JTI de reduzir 47% de suas emissões de CO₂ até 2030. Por meio dessa iniciativa, podemos nos posicionar como referência em inovação e responsabilidade ambiental dentro do grupo”, reforça Juliano.

CRÉDITO: AI JTI