A preparação do Parque do Chimarrão já está em ritmo acelerado para receber a 18ª edição da Fenachim. Faltando pouco mais de duas semanas para o início do evento, a organização intensifica os trabalhos para garantir estrutura e melhorias ao público. O espaço foi fechado temporariamente para os preparativos da Festa com Sabor do Rio Grande. As atividades no local serão restritas a até o fim de maio.
O presidente da festa, Milton Lauer, define o momento como de ansiedade e correria. “Coração acelerado, ansioso. Se pudesse pedir uns 10 dias a mais, eu pediria. Mas como não tem, vamos lá”, afirmou.
Segundo Lauer, a fase atual é de execução prática de tudo o que foi planejado nos últimos meses. “Agora é tirar do papel os projetos que a gente desenhou. Os shows já estão todos contratados, tudo certo. Neste momento, o foco é a estrutura”, explicou.
MELHORIAS
Entre os avanços desta edição, está a implementação de um sistema tecnológico para controle de acesso ao parque. A organização firmou parceria com a Emply, que permitirá monitorar com precisão o fluxo de visitantes. “Vamos ter 100% de acuracidade nos números de entrada, saber quantas pessoas estão no parque e em quais horários”, destacou o presidente.
Outro ponto de atenção foi a melhoria dos banheiros, uma demanda recorrente do público nas edições anteriores. De acordo com Lauer, houve investimento na reforma e ampliação das estruturas existentes.
“No ginásio de exposições, o banheiro feminino foi totalmente remodelado e já está pronto. O masculino também passou por melhorias. Estamos trabalhando ainda em outros pontos e ajustes externos”, explicou.
Apesar dos avanços, ele reconhece que ainda há necessidade de expansão. “A estrutura atual atende eventos menores, mas para a Fenachim já é pouco. É uma estrutura de 40 anos que precisa de upgrade”, avaliou.
AJUSTES
A expectativa da organização é concluir a maior parte das obras nas próximas duas semanas, já muito próximo da abertura oficial da festa. Mesmo assim, Lauer admite que ajustes de última hora são inevitáveis. “A gente sabe que, mesmo abrindo os portões, sempre vai ter alguém pregando ou parafusando alguma coisa. Isso é normal e sempre acontece”, disse.
