Philip Morris Brasil adota política para profissionais transgêneros

Olá Jornal
junho12/ 2020
A Philip Morris Brasil (PMB), comprometida com o respeito, a inclusão e a igualdade de direitos e de oportunidades às pessoas LGBTI+, formalizou uma política global para Pessoas Transgênero e em Transição de Gênero, que permitiu à companhia incorporar profissionais trans entre seus colaboradores.
A política preconiza os conceitos para garantir o entendimento sobre o tema, bem como regras sobre o uso do nome social e direito à privacidade, por exemplo. O documento foi implementado no Brasil com o apoio do #Bold (coragem, em português), um grupo de colaboradores voluntários, criado dentro da PMB em 2017, para celebrar a diversidade, atrair e reter talentos LGBTI+ no âmbito da organização.
Segundo Felipe Britto, diretor de Conteúdo do #Bold, Comitê LGBTI+ da PMB, a busca é por um ambiente de trabalho inclusivo para todos. Adaptada à legislação brasileira, a política oferece as diretrizes para apoiar os colaboradores transgêneros – tanto aqueles que já tenham feito a transição, antes da contratação, quanto os que optam por fazê-la durante a jornada na PMB.
“Para os colaboradores que desejam fazer a transição, há um formulário específico, para que manifestem quando desejam iniciar esse processo, se precisarão de um período de afastamento para o tratamento médico, além do momento e como irá falar com os demais colegas. O objetivo é que eles se sintam acolhidos pela empresa”, destaca.
Na PMB, os profissionais transgêneros também podem se vestir da forma que se sentem mais confortáveis. Toda a forma de comunicação segue a identificação de gênero e nome escolhidos, com privacidade. Os colaboradores têm o direito de serem quem são, sem divulgação desnecessária de informações médicas ou histórico de gênero. Eles podem discutir abertamente sua identificação ou expressão de gênero ou manter essa informação privada.
Para evitar preconceitos e facilitar a candidatura de profissionais transgêneros, que muitas vezes não utilizam canais usuais de recrutamento, a PMB fez parceria com a Transempregos, plataforma específica para profissionais Trans.
Para preservar a integridade no local de trabalho e eliminar o assédio, todos os colaboradores LGBTI+ que, em qualquer situação, se sentirem ofendidos, contam com uma linha externa 0800 para denúncias, disponível 24 horas por dia. As condutas consideradas impróprias são investigadas.
#Bold tem no diálogo e na informação seus grandes aliados no trabalho de conscientização sobre a importância da inclusão. Para isso, organiza workshops nas unidades da PMB em todo o País, utiliza os canais de comunicação da empresa, a newsletter do grupo e promove ações em datas importantes para a comunidades LGBTI+. No último dia 29 de janeiro, por exemplo, Dia Nacional da Visibilidade Trans, organizou um webinar, com a participação de mais de 200 colaboradores de todo Brasil, em que os próprios funcionários transgêneros compartilharam de maneira voluntária um pouco da sua história, além do “Beabá do T”.
Valorização da diversidade
O empenho por um local de trabalho diverso e inclusivo levou a PMB, em maio de 2018, a integrar o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, ao lado de outras grandes companhias que trabalham pelo respeito aos direitos humanos dessa população, dentro do universo corporativo brasileiro.
As uniões homoafetivas são consideradas em suas diretrizes de benefícios para todos os fins, garantindo à população LGBTI+, por exemplo, direitos como o auxílio-creche e licença casamento. Além disso, também foi garantida a licença paternidade de 120 a 180 dias aos casais homoafetivos, assim como a pais solteiros, equiparada à licença maternidade para casais heterossexuais.
“Respeitar e aceitar as diferenças são valores fundamentais para a nossa empresa. Temos o compromisso de ser uma empresa inclusiva, que valoriza a diversidade, pois sabemos de sua importância para a transformação da companhia, que propõe um futuro livre de fumaça, a partir da inovação e do desenvolvimento de produtos que são uma alternativa melhor do que o cigarro”, afirma Felipe Britto.
Sobre a Philip Morris Brasil
Afiliada da Philip Morris International (PMI) que está liderando a transformação na indústria do tabaco para criar um futuro sem fumaça e substituir os cigarros por produtos sem fumaça, para o benefício de adultos que continuariam fumando, para a sociedade, para a companhia e para os investidores. Líder no mercado de tabaco, dedicada à fabricação e venda de cigarros, produtos de aquecimento de tabaco, dispositivos e acessórios eletrônicos, a Philip Morris Brasil atua no País há 45 anos. A companhia está liderando uma transformação no setor para criar um futuro sem fumaça, substituindo os cigarros por alternativas sem fumaça que, embora não sejam isentas de riscos, são uma escolha muito melhor do que continuar fumando. Com multidisciplinares em desenvolvimento, instalações de última geração e comprovação científica, a PMI visa garantir que seus produtos sem fumaça atendam às preferências dos consumidores adultos e aos rigorosos requisitos regulatórios, para benefício da sociedade, da empresa e de seus acionistas. O portfólio da PMI inclui tabaco aquecido e produtos que contêm nicotina. Em março deste ano, a estimativa da PMI era de que aproximadamente 10,6 milhões de adultos fumantes em todo o mundo pararam de fumar e migraram para seu produto de tabaco aquecido, IQOS, atualmente disponível para venda em mais de 53 mercados. Para mais informações, acesse os sites da PMIPMIScience e www.pmi.com/markets/brazil/pt/science-and-innovation.

CRÉDITO: AI PMB

Prefeitura de Venâncio abre contratação de 10 agentes de combate às endemias

Olá Jornal
junho12/ 2020

A Prefeitura de Venâncio Aires abre processo seletivo para a contração de 10 agentes de combate às endemias, na próxima segunda-feira, 15. A contratação temporária ocorre por meio de prova de títulos. O contrato emergencial terá prazo de seis meses, prorrogáveis por mais seis meses.

É necessário possuir ensino médio concluído e realizar curso de qualificação básica a para a formação de Agente de Combate às Endemias (realizado após processo seletivo e antes do início das atividades). A taxa de inscrição é de R$ 25,00. A remuneração será de R$ 1.341,38, para 40 horas semanais. As inscrições serão realizadas, somente pela Internet, entre os dias 15 e 19 de junho, junto ao site oficial do Município, pelo link: http://portal.venancioaires.rs.gov.br/?pag=135

As contratações dos novos profissionais se aliam ao grupo que atua no combate a dengue em Venâncio Aires. O município vive um surto da doença, com uma morte já registrada.

Confira o edital do processo seletivo.

Dia Mundial contra o Trabalho Infantil: OIT reconhece ARISE como exemplo

Olá Jornal
junho12/ 2020

No dia Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, 12 de junho, o Rio Grande do Sul tem, nessa luta, avanços significativos  para comemorar: o Programa de Aprendizagem Rural da Escola Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (EFASC), viabilizado pelo Programa Alcançando a Redução do Trabalho Infantil pelo Suporte à Educação (ARISE), foi avaliado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como uma iniciativa inteligente, que combate o trabalho infantil, facilita o processo de transição da escola ao trabalho rural, possibilita o aumento da produtividade e lucratividade das propriedades familiares e tem alto potencial de replicabilidade. As conclusões estão no relatório da instituição que avalia sua participação na implementação da iniciativa voltada aos filhos de agricultores familiares. Desde que iniciou, em 2018, o Programa de Aprendizagem já formou 49 aprendizes e hoje apoia mais 126 jovens.

Um dos principais destaques do ARISE, segundo o documento, foi ter conseguido resolver as dificuldades para efetivação da Lei das Cotas de Aprendizagem (10.097/2010) no contexto da agricultura familiar. Esse dispositivo prevê que empresas de médio e grande porte ofertem no mínimo 5% e no máximo 15% das suas vagas de trabalho para jovens aprendizes de 14 a 24 anos. Essa já é uma política consagrada no combate ao trabalho infantil, pois consegue garantir uma transição escola-trabalho segura aos jovens que estão em uma idade muito vulnerável a esse problema. Porém, sua aplicação enfrentava dificuldades no contexto rural, já que há poucos postos formais de trabalho disponíveis.

Nesse sentido, o ARISE resolveu essa lacuna por meio de seu pilar de atuação em políticas públicas. “O programa conseguiu com que a Escola Família Agrícola entrasse no cadastro do Ministério do Trabalho como uma entidade qualificada em formação técnico-profissional e, dessa forma, pudesse desempenhar a parte teórica da aprendizagem. Sabemos que a aprendizagem é uma das principais estratégias de combate ao trabalho infantil, porque cria oportunidades de um trabalho protegido para os adolescentes que queiram trabalhar e que tenham idade permitida para o trabalho, de acordo com a legislação brasileira”, avalia a Coordenadora do Programa de Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, do Escritório da OIT no Brasil, Maria Cláudia Falcão.

Com isso, os adolescentes passaram a ser contratados como jovem aprendizes pela Japan Tobacco International (JTI), mantenedora do ARISE, e outras empresas, tendo a carteira assinada, recebendo salário e outros benefícios, mas sem cumprirem expediente nelas. Eles trocam a carga horária de trabalho por aulas dentro do curso para formação como Técnico Agrícola. Além disso, realizam atividades práticas na escola e nas propriedades de suas famílias de forma protegida e respeitando a legislação vigente. Dessa forma, os estudantes alteram tempo e espaço escolar e tempo e espaço família/comunidade, de acordo com a proposta metodológica da Pedagogia da Alternância, utilizada pela EFASC.

Outro diferencial apontado pelo relatório foi a opção do ARISE em priorizar uma instituição com essa metodologia, com práticas voltadas à realidade do campo e à agricultura familiar, e possibilitar que jovens rurais tivessem acesso a ela. Dessa forma, o programa conseguiu vencer a percepção que muitos produtores e pesquisadores tinham de que o combate ao trabalho infantil no campo poderia desincentivar a permanência dos jovens do campo. Seu mérito está em conseguir aliar o aprendizado rural, a agricultura familiar e um contexto de prevenção e combate efetivo ao trabalho infantil.

O programa possibilita que os filhos de agricultores rurais melhorem seus conhecimentos sobre a agricultura e produzam mais e melhor. O estudo sobre gestão, comercialização, cooperativismo, marketing, produção orgânica e empreendedorismo os ajudam a agregar valor à produção. Assim, comprova-se que é possível unir o processo de transição escola-trabalho, a valorização do modo de vida rural, a formação profissional e o combate ao trabalho infantil de forma conjunta. “Por tudo isso o ARISE deve ser louvado como uma iniciativa  a ser replicada em outros contextos, não somente em outras áreas e culturas agroindustriais, mas no caso do processo de aprendizagem vinculado ao ensino técnico, também em outros macro setores da economia, como uma estratégia que pode ter um efeito positivo na integração sócio produtiva dos jovens nem-nem-nem [não estudam, não trabalham e tampouco procuram emprego], e no cumprimento das cotas de aprendizagem por parte de empresas privadas em qualquer setor de atividade”, destaca o documento.

Segundo uma das pesquisadoras responsáveis pelo relatório, Tassila Kirsten, a iniciativa do Programa de Aprendizagem Rural já está rendendo frutos. “Esse é um case que deve ser priorizado, pois é uma prática inteligente e que já está sendo adaptada e replicada em outras unidades da rede de escolas família agrícolas existentes no país”, afirma.

O documento da OIT avalia ainda outras iniciativas do ARISE nos municípios de Santa Cruz do Sul, Arroio do Tigre, Sobradinho, Ibarama e Lagoa Bonita do Sul. O programa mantém oficinas no contraturno das aulas, oferece cursos de capacitação às mães dos alunos, e atua no fortalecimento de políticas públicas e na capacitação de servidores para o combate ao trabalho infantil. Além disso, auxiliou um grupo de mulheres na implementação de uma agroindústria. Nesses pontos, o documento aponta que o programa foi capaz de:

– Implementar atividades de contraturno com potencial de manutenção de crianças e adolescentes nas escolas.

– Fortalecer e capacitar os municípios na prevenção e combate ao trabalho infantil, inclusive por meio da institucionalização de planos e leis municipais com este objetivo.

– Ampliar a base de conhecimento sobre trabalho infantil e promover mudanças culturais com efeito direto no entendimento das causas e efeitos do trabalho infantil nos territórios.

Tassila destaca que o programa se demonstrou efetivo em seus objetivos. “É importante destacar que o trabalho infantil vem diminuindo nestas municipalidades e há evidências de que o ARISE contribuiu para essa redução. Mas o problema não deixa de existir, tanto que o projeto continua atuando e será ampliado devido à efetividade dos resultados”, analisa.

Segundo Flavio Goulart, Diretor de Assuntos Corporativos e Comunicação da JTI, o combate ao trabalho infantil é um compromisso que deve ser encarado por todos e o Dia Mundial de Combate a essa prática serve como uma forma de alertar a sociedade para essa questão. “O trabalho infantil é um tema muito importante para nós, pois impossibilita o desenvolvimento físico e mental pleno de crianças e adolescentes, ou seja, compromete nosso futuro. Garantir que eles tenham direito a uma vida digna e possam alcançar o máximo de suas capacidades é dever de toda a sociedade. E nós temos muito orgulho de estarmos contribuindo nesse processo”, afirma. Para ele, a avaliação da OIT sobre o programa demonstra o quanto o trabalho do ARISE é sério.  “A análise tão positiva de um ex-parceiro, que ajudou a construir o projeto, com o peso que tem a OIT, demonstra o nosso real compromisso com a causa e com a implementação de ações efetivas no combate ao trabalho infantil”, ressalta. Goulart destaca que agora outras empresas também podem adaptar o modelo do Programa de Aprendizagem Rural para a realidade das comunidades nas quais atuam.

Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil: campanha alerta para aumento de riscos na pandemia

O dia 12 de junho, Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, surgiu em 2002, ano da apresentação do primeiro relatório global sobre o trabalho infantil na Conferência Internacional do Trabalho, realizada pela OIT. No Brasil, a data foi reconhecida pela lei Nº 11.542/2007. Ela serve como um chamado para a sociedade, os trabalhadores, os empregadores e os governos do mundo todo a se mobilizarem contra o trabalho infantil.

Este ano, o tema da campanha de sensibilização e mobilização da população é: “COVID-19agora mais do que nuncaprotejam crianças e adolescentes do trabalho infantil“. Definido pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, Ministério Público do Trabalho (MPT), Justiça do Trabalho e OIT, tem como objetivo alertar que a crise social e econômica causada pela pandemia de coronavírus pode levar milhões de crianças vulneráveis ao trabalho infantil e fazer com aquelas que já estejam nessa situação enfrentem condições ainda mais difíceis.

Para contribuir com a campanha, o ARISE irá reforçar ao longo do mês por meio de suas redes sociais, educadores, apoiadores e parceiros a importância do combate ao trabalho infantil durante a pandemia.

Sobre a JTI

A Japan Tobacco International (JTI) é uma empresa internacional líder em tabaco e vaping, com operações em mais de 130 países. É proprietária global de Winston, segunda marca mais vendida do mundo, e de Camel fora dos EUA. Outras marcas globais incluem Mevius e LD. Também um dos principais players no mercado internacional de vaping e tabaco aquecido com as marcas Logic e Ploom. Com sede em Genebra, na Suíça, emprega mais de 45 mil pessoas e foi premiada com o Global Top Employer por cinco anos consecutivos. A JTI é membro do Japan Tobacco Group of Companies.

No Brasil, são mais de mil colaboradores em 10 Estados além do Distrito Federal. A operação contempla a produção de tabaco – por meio de 11 mil produtores integrados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – compra, processamento e exportação de tabaco, fabricação, venda e distribuição de cigarros em 16 Estados do Brasil. As marcas comercializadas são Djarum, Winston e Camel, essa última também exportada para a Bolívia. Em 2018, 2019 e 2020, a JTI foi reconhecida como Top Employer Brasil.

CRÉDITO: AI JTI 

Conscientização para prevenir o trabalho infantil em Venâncio Aires

Olá Jornal
junho12/ 2020

A luta para erradicar o uso de mão de obra infantil em Venâncio Aires exigirá esforços de toda a sociedade. O assunto é lembrado no próximo 12 de junho, Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. A informação é o caminho adotado pela Comissão Municipal de Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Competi) para prevenir que casos com mão de obra de crianças não ocorram no território municipal. O próximo passo para garantir uma rede de suporte e identificação, busca aliar as ações de prevenção à rede escolar.

A participação dos educadores em possíveis denúncias buscam garantir ações conjuntas de enfrentamento a este problema social. Na Capital do Chimarrão o foco das medidas estão nas famílias da área urbana. Isso porque, no perímetro rural, a fiscalização deste tipo de situação ocorre por meio da iniciativa privada. Os produtores de tabaco conhecem as regras e o próprio orientador das empresas do setor é quem faz a fiscalização, garantindo que os filhos de agricultores frequentem a escola.

Mas na área urbana, o assunto ainda é considerado um tabu. O apoio nos afazeres domésticos e ajuda nos serviços de reciclagem, por exemplo, exigem atenção quando passam a integrar as obrigações diárias das crianças e não na agenda de tarefas esporádicas. “A comunidade precisa ter informação sobre o trabalho infantil para em conjunto buscar a prevenção e conscientização,” destaca a secretária executiva da Competi no Município, Letícia Wilges.

Segundo ela, os casos citados são os mais comuns atualmente e precisam de suporte da rede escolar para identificação e orientação. “Neste ano, após a formalização da Competi, iríamos trabalhar nas escolas, com professores e alunos formas de identificação de casos. Porém, com a pandemia, estas ações estão suspensas. Mas o professor será um aliado importante neste apontamento e encaminhamento ao Conselho Tutelar,” explica.

PROGRAMA
Desde 2016 as ações por meio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) foram suspensas, a apartir de normativas federais. Com isso, as ações buscam de forma mais ampla a realização de ações e atividades em rede. Até então, o Peti organizava atividades no contra turno ao da escola.

Com a criação da Competi, em 2019, foi formalizada um fluxo de trabalho buscando garantir o acompanhamento de casos, orientação e uma rede de suporte. Estas ações são realizadas em conjunto com a Assistência Social, Conselho Tutelar e membros da comissão. “Foi criado no ano passo um fluxo da rede de suporte, com todas as ações e medidas, analisando a situação e colaborando, sem que ocorram dúvidas quanto a legislação. A escola será mais uma aliada. Os professores darão suporte neste trabalho para identificar casos entre os seus alunos e fazer a denúncia,” destaca.

TABU
Mesmo proibido no Brasil, o trabalho infantil atinge pelo menos 2,4 milhões de meninos e meninas entre 5 e 17 anos, segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2016, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2019, das mais de 159 mil denúncias de violações a direitos humanos recebidas pelo Disque 100, cerca de 86,8 mil tinham como vítimas crianças e adolescentes. Desse total, 4.245 eram sobre trabalho infantil. Os dados são do Ministério da Mulher, da Família e do Direitos Humanos (MMFDH).

O trabalho infantil ainda é considerado um tabu entre as famílias, mas precisa ser discutido, dentro das escolas. “Trabalho infantil ainda é velado. Há uma ideia de que trabalhar desde cedo desenvolve caráter nas crianças. A necessidade da informação e mobilização para conscientizar as famílias neste trabalho é fundamental. Não se pode confundir tarefas, com trabalho que gera renda,” afirma Letícia.

INTEGRAÇÃO
Para o prefeito, o desafio é garantir integração entre todos os órgãos municipais para identificar os casos. “Este é um assuntos que precisa de integração, porque envolve Educação, Assistência Social, Conselho Tutelar e Saúde. É fundamental este trabalho em conjunto para evitar que as crianças sejam utilizadas como força de trabalho. O papel do poder público é de fiscalizar e proteger os menores de idade,” comenta Giovane Wickert (PSB).
O gestor também afirma que o trabalho da iniciativa privada, na zona rural é fundamental para fiscalizar. “Este trabalho é importante para ajudar o poder público e garantir ações de proteção às crianças,” finaliza.

Período de alistamento obrigatório é ampliado para até 30 de setembro

Olá Jornal
junho11/ 2020

A Junta de Serviço Militar do Município, através do Governo Federal, informa que o período obrigatório de alistamento para este ano foi prorrogado para 30 de setembro. O motivo, segundo Nota Oficial do Ministério do Exército, é em virtude das medidas de enfrentamento à pandemia de Covid-19.

O alistamento é obrigatório aos jovens nascidos no ano de 2002 e que completam em 2020, 18 anos. Segundo o administrativo da unidade da Junta Militar, Mateus Silva, “329 jovens já efetivaram os seus alistamentos no município, segundo o relatório extraído nesta terça-feira, 9. A estimativa segundo o Plano Regional de Convocação (PRC) do Exército Brasileiro é de 500 jovens venâncio-airenses sejam alistados neste ano”, ressalta.

O cadastro pode ser realizado através do site www.alistamento.eb.mil.br com o número do Cadastro Único de Pessoa Física (CPF) para a validação dos dados pessoais. Para realizar o alistamento presencial, é necessário estar munido de Certidão de Nascimento, Carteira de Identidade ou de Motorista e o comprovante de residência. A Junta Militar do Município está localizada na Rua Reinaldo Schmaedecke, 1196.

A não regularização do jovem perante a sua situação com as obrigações militares implicam na impossibilidade de tirar passaporte, prestar exame para estabelecimento de ensino, tirar carteira de trabalho, ingressar no serviço público ou na iniciativa privada, por exemplo.

 

CRÉDITO: AI PMVA

 

Centro de Recuperação de Dependentes Químicos sai do papel ainda neste ano

Olá Jornal
junho11/ 2020

Um sonho antigo da Administração Municipal que vem sendo trabalhado desde 2018, e da comunidade é a instalação de um centro que atenda dependentes químicos. Este projeto saíra do papel e se torna realidade em no máximo três meses. Na manhã desta quarta-feira, 10, o Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (COMPOD), esteve reunido para debater a instalação do Centro. No entanto, por falta de quórum maiores detalhes não puderam ser definidos e confirmados.

O Secretário de Habitação e Desenvolvimento Social, Mateus Deitos Rosa (PTB), confirma que o Centro de Recuperação de Dependentes Químicos no município de Venâncio Aires, será instalado ainda neste ano com a aprovação ou não do Conselho. “Entendemos que é uma demanda de extrema urgência, as mazelas dos vícios do álcool e das drogas abatem pessoas, núcleos familiares e a sociedade, portanto, reforço que o Centro será instalado ainda nesse ano, com a aprovação do competente Conselho ou não, caso o mesmo reprove a ideia apresentada, e entenda por não aplicar o Fundo existente, faremos com recursos próprios, esse é um compromisso com a comunidade de Venâncio Aires que não será mais adiado, após a deliberação em no máximo três meses ele estará funcionando”, reforçou.

O Fundo gerido pelo Conselho recebeu uma doação do técnico de futebol, Mano Menezes, no valor em torno de R$ 70 mil que será aplicado no funcionamento do Centro.

A entidade disponibilizará em torno de 15 vagas ao Município, reduzindo o custo de cada atendimento em aproximadamente um terço do valor atualmente pago.

Levantamentos técnicos foram realizados nas últimas semanas no provável local onde será a instalação e, também, em Centro de Recuperação da região metropolitana que realiza o atendimento a estas pessoas que tanto precisam de apoio e reconstrução do bem estar e qualidade de vida.

CRÉDITO: Coordenadoria de Comunicação e Marketing PMVA

Município apresenta legislação à nova empresa de transporte por aplicativo

Olá Jornal
junho11/ 2020

Em reunião nesta quarta-feira, 10, no Parque do Chimarrão o Secretário de Segurança Pública, Dário Martins, recebeu o Gestor Comercial do Garupa, Marcelo Souto. O aplicativo de mobilidade urbana foi desenvolvido em maio de 2017 na cidade de Santa Maria. Atualmente atua em mais de 600 municípios e em nove estados do Brasil.

No encontro foram debatidos os pontos da legislação vigente em Venâncio, bem como, a apresentação das intenções da empresa para a prestação de serviços a comunidade. Segundo o Secretário Dário, “é mais uma opção que está chegando em Venâncio dentro da legalidade e da lei que regem o transporte de passageiros por aplicativo”.

A legislação em vigor no município que regulamenta o serviço foi instituída no início de 2019. A reunião contou também com a presença da Coordenadora Técnica da Secretaria da Fazenda, a Fiscal de Posturas, Daniele Mohr, do Assessor Administrativo, Elizeu Ferreira e do Agente, Rodrigo Decker, ambos do Departamento de Trânsito do Município.

CRÉDITO: Coordenadoria de Comunicação e Marketing PMVA

FOTO: Leandro Osório 

Potencialização da indústria necessita de alinhamento de ensino e mercado

Olá Jornal
junho11/ 2020

O fomento, a qualificação e a inovação de empresas já estabelecidas no município assim como a atração de novos investimentos na Capital do Chimarrão estão em pauta no Plano de Recuperação da Economia Pós-Pandemia. Novas perspectivas e a potencialização da indústria para o futuro a curto, médio e longo prazo estiveram em discussão nesta quarta-feira, 10. Na reunião setorial participaram diversos representantes de entidades, como SESC, Senai, Emater, Caciva, da Associação dos Contabilistas, OAB, Rotary, e instituições de ensino como Unisc e IF Sul e também do Executivo.

O Prefeito Giovane Wickert, “Setor público e privado precisa se reinventar. É uma nova realidade. Mas temos que destacar o enorme potencial do nosso setor industrial e mesmo apesar da crise está em constante desenvolvimento. Como do tabaco, que nos eleva no grupo dos dez maiores exportadores do RS; é o segundo polo de refrigeração do estado; o polo de proteína que tem crescido de 20 a 50%, além de outros como calçados, metal mecânico, os arranjos com o associativismo. Hoje fazemos parte da elite dos produtores no estado.” Atualmente o setor industrial é o mais gera mão de obra formal. Atualmente são 14 mil carteiras assinadas no município e mais de 2,5 mil microempreendedores individuais.

Para potencializar e fomentar a cadeia produtiva já consolidada, como o setor fumageiro; assim como as cadeias incipientes – refrigeração, confecções, proteína animal que atualmente representa 10,75% da economia-; o Plano de Recuperação da Economia traz diversas ações como a concessão de incentivos, favorecer o apoio financeiro e de oferta de microcrédito ao empreendedor local; incentivar e fortalecer o associativismo e cooperativismo; Assegurar a competitividade do empreendedor local; facilitar a participação de empreendedores em feiras, congressos e missões empresariais; desenvolver programas de qualificação profissional e aprimoramento técnico; incentivar o registro de marcas, sinais coletivos e certificados de origem; fomentar iniciativas de educação empreendedora.

Visando a atração de novas empresas no município, o foco se volta àquelas ligadas a cadeia industrial já consolidada. Para atrair estes novos investidores serão reforçadas ações que já foram implementadas no Município, como a criação do Fundo de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação (Fundeti); concessões de incentivos através do programa ‘Venâncio Sem Fronteiras’; desburocratização do atendimento à atividade empreendedora a partir do programa ‘Venâncio Empreendedor’. Além disso, entre as ações práticas a curto e médio prazo estão a construção do Centro Vocacional Tecnológico da proteína animal; estruturar a Incubadora tecnológica; licitar a primeira fase de estruturação do Novo Distrito Industrial; e incentivar e debater a instalação do Parque Hidroviário; e criar o primeiro berçário industrial, com capacidade para receber 30 novas empresas; assim como criar o programa ‘Permutar é legal’ que permite a doação em pagamento de impostos mediante permuta de bem ou serviço pelo devedor com execução ajuizada e o programa ‘Recupera Venâncio’ que permite a repactuação de dívidas vencidas até 2019 com isenção total ou parcial de juros e multas e a prorrogação do prazo de pagamento de taxas e impostos.

Qualificação de mão de obra

A partir dos relatos dos participantes da reunião virtual, a qualificação da mão de obra atualmente é a maior demanda nas empresas. Por isso, um melhor alinhamento entre ensino e indústria se faz necessário.

O vice-presidente da Indústria da Caciva, Junior Haas, destacou que “o setor madeireiro emprega muita gente, mas é extremamente carente de qualificação para empreendedores, trabalhadores e produtores rurais. A indústria precisa estar presente para um planejamento. Até porque hoje a contribuição das instituições de ensino é a médio/longo prazo, de cerca de cinco a dez anos até formar um profissional.”

O Chefe do Escritório local da Emater/Ascar-RS, Vicente Finn, acrescentou que “atualmente as instituições não estão em consonância com as necessidades da região, como por exemplo, no setor agrícola, agronegócio.”

A gerente regional do Sebrae, Liane Klein e a gestora Cláudia Kuhn, destacaram a busca por soluções e o estímulo a aproximação entre mercado e ensino. Lembraram ainda do projeto Cidade Empreendedora, cujo Município fechou a parceria recentemente e que vem a agregar nesse sentido. Da mesma forma, a coordenadora da Unisc local, Andréia Haas, ressaltou a reinvenção pedagógica que está sendo realizada na Universidade. E reforçou a implantação da disciplina de Empreendedorismo em todos os cursos. “Da mesma forma como nós temos o compromisso de buscar atender o mercado, é ele que também nos precisa trazer as demandas, os desafios para que se busque a partir da sala de aula as soluções.”

CRÉDITO: Coordenadoria de Comunicação e Marketing PMVA

Venâncio Aires alcança 200 casos curados da Covid-19

Olá Jornal
junho10/ 2020

Nesta quarta-feira, 10, Venâncio Aires contabilizou 200 pacientes considerados recuperados do novo Coronavírus (Covid-19). Além disso, dois novos casos foram confirmados para a doença. Agora, o total de casos no município é de 211.

Em recuperação domiciliar estão dois pacientes e outros dois estão no Hospital Sâo Sebastião Mártir (HSSM), um na UTI e outro no Setor Covid-19. A cidade contabiliza sete óbitos para o novo vírus. Cinco pacientes aguardam análise de exames para confirmar a doença.

 

Câmara de Vereadores promove campanha de doação de sangue

Olá Jornal
junho10/ 2020

A Câmara de Vereadores está trabalhando na campanha “Saia de casa só se for para fazer o bem”, com o objetivo de incentivar a doação de sangue. A ideia é reunir vereadores, servidores e assessores do Poder Legislativo, além de amigos e familiares para um mutirão de doadores. As doações já estão sendo agendadas com o Vital Banco de Sangue.

“Sabemos que nos meses mais frios do ano o número de doações é menor, e neste ano, com a pandemia do novo Coronavírus a situação ficou ainda mais preocupante”, explicou a vereadora Izaura Bergmann Landim (MDB),
que é também a autora da lei que criou a Semana Municipal de Incentivo à Doação de Sangue, a ser realizada entre os dias 14 e 21 de junho, tendo em vista que no dia 14 de junho se comemora o Dia Mundial do Doador de Sangue.

“Essa campanha é uma forma de sensibilizar os servidores e contribuir com o estoque do banco de sangue, e assim ajudar a salvar vidas”, declarou a presidente do Poder Legislativo, Helena da Rosa (MDB)

Quem pode doar?
Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos de idade e que estejam pesando mais de 50 kg. Além disso, é preciso apresentar documento oficial com foto e menores de 18 anos só podem doar com consentimento formal dos responsáveis.

Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres no pós-parto não podem doar temporariamente. O procedimento para doação de sangue é simples, rápido e totalmente seguro. Não há riscos para o doador, porque nenhum material usado na coleta do sangue é reutilizado, o que elimina qualquer possibilidade de contaminação.

Requisitos para doar sangue:
Estar com bom estado de saúde e seguir os seguintes passos:
•       Estar alimentado. Evite alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem
a doação de sangue.
•       Caso seja após o almoço, aguardar 2 horas.
•       Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.
•       Pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já o
tiverem feito antes dos 60 anos.
•       A frequência máxima é de quatro doações de sangue anuais para o homem
e de três doações de sangue anuais para as mulher.
•       O intervalo mínimo entre uma doação de sangue e outra é de dois meses
para os homens e de três meses para as mulheres.

As doações podem ser agendadas pelo telefone 3741- 7349 ou 99942-5504 ou 99898-0325.

CRÉDITO: AI CMVA