Viver em comunidade marca seminário do Programa de Aprendizagem Profissional Rural

Guilherme Siebeneichler
novembro21/ 2016

Os aprendizes rurais de Candelária, Vale do Sol, Venâncio Aires e Vera Cruz do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal se reuniram no sábado, 19 de novembro, para o seminário de conclusão do segundo eixo de conteúdos do curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural. Com o tema “Viver em Comunidade”, o evento realizado na Comunidade Evangélica de Vila Progresso, em Vera Cruz, reuniu jovens, familiares, parceiros do Instituto, autoridades e imprensa.

Flávio Goettert, diretor financeiro do Instituto, deu as boas vindas e falou sobre a importância de estar próximo à comunidade e atento às suas necessidades. Também parabenizou os jovens e seus familiares pelo trabalho desenvolvido nesta etapa do curso. Também prestigiaram o evento a secretária municipal de Educação de Candelária, Sonia Pereira, e a prefeita de Vera Cruz, Rosane Petry.

Na parte da manhã, o especialista em Gestão de Pessoas, autor e escritor Jéferson Cappellari, conversou com os jovens sobre o tema “A juventude e o viver em comunidade: penso, logo faço”. A programação seguiu na parte da tarde com apresentações artísticas (teatro e canto), além de mostra de trabalhos produzidos pelos aprendizes. O encerramento foi marcado com uma degustação de produtos coloniais oferecidos pelos aprendizes e seus familiares e certificação dos participantes no seminário.

SOBRE O CURSO

Atualmente, cinco turmas do Programa estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno.

O curso terá duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 15 a 17 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.

Guilherme Siebeneichler