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Vereadora solicita local para recolhimento de lixo eletrônico e lâmpadas

Guilherme Siebeneichler
fevereiro09/ 2017

O provável aumento do volume do lixo eletrônico, com o descarte de televisores de tubo, tendo em vista a vigência do sinal digital, leva a vereadora Helena da Rosa (PMDB) a retomar a discussão sobre o destino correto do lixo eletrônico e também de lâmpadas. Nesta semana, ela levantou a questão na Tribuna da Câmara, quando já anunciou uma visita ao secretário Municipal de Meio Ambiente, Clóvis Schwertner para conhecer os projetos nesta área.

Neste encontro que aconteceu na manha da quinta-feira, 09, ao solicitar que a pasta destinasse um local para que a população possa deixar este tipo de lixo, a vereadora já ouviu do secretário que a nova Administração Municipal já trabalha no licenciamento de uma área onde isso possa acontecer. E mais do que isso, Schwertner garantiu que a secretaria pretende fazer feiras itinerantes e mensais, indo ao encontro das comunidades para receber também este tipo de material inservível.

A vereadora fez alguns levantamentos pelo Município, constatando a falta de esclarecimentos e de divulgação à comunidade, sobre a forma correta de se desfazer destes tipos de objetivos e os locais que fazem o recolhimento. “Alguns pontos comerciais, precisam cobrar uma taxa por lâmpada queimada que for entregue para o descarte, porque também precisam pagar para a empresa que vem de outros municípios buscar este material. Isso constrange os empresários, alguns me relataram que até perdem clientes com isso, mas realmente, não há como arcar com esse serviço”.

Helena manifesta preocupação com estes lixos depositados de forma incorreta, por representarem riscos de contaminação, como o caso das lâmpadas, pilhas e baterias, que podem liberar produtos químicos, como de ferimentos “Já tive amigos que me relataram que foram jogar suas sacolas de lixo, em containers, por exemplo, e foram atingidos por estilhaços de lâmpadas. Isso é grave”. “A conscientização da população é fundamental, mas para isso é preciso oferecer alternativas, e tem sido muito mais cômodo para muitos, despejar este material perigos nos containers, em terrenos baldios ou nas lixeiras, um risco para os trabalhadores que fazem a coleta e separação do material descartado”, destaca.

Helena acredita que com a disponibilidade de uma área pública e de feiras constantes, deve diminuir significativamente os problemas.

EDUCAÇÃO

Ainda no encontro, a vereadora ouviu do secretário que o trabalho nas escolas sobre as questões ambientais no geral, será muito valorizado e praticado “Teremos um foco na educação. Queremos levar campanhas e projetos até as escolas, desde a separação e destinação correta do lixo, até a sustentabilidade, com a produção de hortas escolas e o reaproveitamento do lixo orgânico”, destacou Schwertner.

CRÉDITO: Assessoria de Imprensa da vereadora Helena da Rosa