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Venâncio segue na busca por profissionais do programa Mais Médicos

Olá Jornal
agosto27/ 2018

O Ministério da Saúde tem diminuído o número de municípios incluídos nos chamamentos públicos para cadastramento junto ao programa Mais Médicos. A iniciativa tem colaborado com as prefeituras para garantir atendimento clínico em pontos mais carentes das cidades. No caso de Venâncio Aires, os profissionais seriam incluídos nos postos de saúde do perímetro rural e em bairros. Entretanto, na última semana o órgão federal publicou edital, que não contempla Venâncio Aires.

A expectativa da Administração Municipal é de garantir participação em um segundo edital, que pode ser publicado até o fim do ano. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) analisa como positiva a iniciativa do Governo Federal, mas alerta sobre a redução do volume de profissionais do programa. A consulta pode ser feita até a próxima sexta-feira, 24 de agosto. O edital é apenas uma consulta de interesse para o provimento em eventual ampliação do Programa Mais Médicos. Desde 2015, os Municípios que não aderiram ao programa em um primeiro momento (entre 2013 e 2014) tiveram outra oportunidade de adesão.

Apesar de entender a importância da publicação do edital com a possibilidade de adesão ao Mais Médicos pelos Municípios, a CNM acompanha com preocupação a diminuição do número de profissionais do Programa.
Ainda em junho a Prefeitura de Venâncio Aires solicitou ao Ministério da Saúde novos profissionais por meio do programa federal. O encaminhamento foi feito ao assessor da pasta Francisco de Assis. Na oportunidade o secretário municipal de Saúde, Ramon Schwengber, fez o encaminhamento do pedido por seis novos médicos do programa. Na última semana o ministério reconheceu que o Município possui demanda para novos profissionais do programa.
Na região, apenas a cidade de Vera Cruz foi contemplada no edital atual para buscar profissionais por meio do Mais Médicos.

CUSTOS
As prefeituras aderem ao programa por conta dos custos custos operacionais mais baratos aos Municípios. Em média, a Prefeitura desembolsa cerca de R$ 2 mil por mês, para o profissional que atua 40 horas semanais. Outros R$ 10 mil são pagos diretamente pelo Ministério da Saúde. Se a Prefeitura efetuasse a contratação, o valor para os cofres públicos ultrapassaria o empregado pelo Governo Federal para a manutenção de cada profissional.