• Hoje é: quarta-feira, julho 17, 2019

Tabaco representa 95,4% das exportações de Venâncio

Olá Jornal
fevereiro26/ 2018

O tabaco é o principal produto gerador de renda no campo e também o principal item exportado pelo município. Aliado a isso, o Brasil fechou o 25º ano consecutivo de liderança mundial em exportações de tabaco. O país é líder desde 1993 e reafirmou-se com os dados de 2017 divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC): foram exportadas 462 mil toneladas, movimentando US$ 2,09 bilhões.
Na Capital do Chimarrão, são as folhas de tabaco que garantem destaque no comércio internacional. De acordo com a balança comercial divulgada MDIC, em 2017 Venâncio exportou no US$ 620,7 milhões. Com 95,9% deste total, o tabaco em folha e derivados é o produto mais exportado, somando um total de US$ 595,2 milhões. Em segundo lugar aparecem, solas, palmilhas polainas, perneiras e artefatos semelhantes. Este produtos somam 1,7% de toda exportação com US$10,8 milhões
Os principais países de destino das mercadorias produzidas por Venâncio Aires foram a China com US$ 174.618.747,00; Estados Unidos com US$ 84.141.044,00; em vendas e o Paraguai com US$ 44.812.409,00. Juntos os três somam quase 50% de toda exportação venâncio-airense.

TABACO NO MUNDO
O Brasil é responsável por cerca de 30% das exportações mundiais de tabaco. O produto representou 1% no total das exportações brasileiras de 2017 e 9,2% dos embarques do Rio Grande do Sul, que continua sendo o estado brasileiro que mais exporta tabaco (78% do total embarcado), com divisas que ultrapassaram US$ 1,63 bilhão no ano passado.
Em 2017, o tabaco em folha foi exportado para 94 países, mas oito países foram responsáveis por mais de 60% do montante embarcado: Bélgica (US$ 342 milhões), China (US$ 276 milhões), Estados Unidos (US$ 198 milhões), Itália (US$ 120 milhões), Indonésia (US$ 105 milhões), Alemanha (US$ 92 milhões), Rússia (US$ 80 milhões) e Coreia do Sul (US$ 61 milhões).
O Brasil continua na segunda posição do ranking mundial de produção, atrás somente da China. Na safra 2016/2017 foram produzidas 686 mil toneladas, que renderam mais de R$ 6,09 bilhões de receita aos produtores e R$ 13,9 bilhões em impostos.