Plano de combate à crise econômica em Venâncio terá parceria para fundo garantidor

Olá Jornal
abril24/ 2020

A Prefeitura de Venâncio Aires, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, avalia ações para ajudar na recuperação financeira de micro e pequenas empresas do município. Por meio de fundo garantidor, já anunciado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Caixa, a Secretaria articula e busca empresários que não possuem crédito para capital de giro, ou para alcançar novos financiamentos para auxiliar no enfrentamento da crise.

A pandemia do novo Coronavírus (Covid19), exigirá soluções financeiras especiais para o período, buscando garantir as operações da empresas locais. Conforme o secretário de Desenvolvimento Econômico, Cláudio Soares, a busca pelo fundo garantidor, oportuniza aos pequenos empresários, suporta na busca por crédito em instituições financeiras. “É uma forma de garantir, por meio deste fundo, que os empreendedores busquem financiamentos especiais para o período, mesmo que não possuam crédito atualmente no mercado. Será uma forma de suporte aos empresários, e vamos atuar em parceria com o Sebrae para identificar potenciais negócios para buscar recursos em bancos públicos,” argumenta.

A medida faz parte de um pacote de 50 ações elaboradas pela secretaria e que serão apresentadas pela Administração Municipal nos próximos dias. As medidas buscam auxiliar as empresas venâncio-airenses no enfrentamento da crise financeira e sanitária. Entre as ações estão projetos de incentivo, apoio em negócios, suporte jurídico, incentivos públicos e para incremento das empresas visando ampliação das companhias.

SEBRAE
A Caixa e Sebrae terão apoio para ampliar o acesso de microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas ao crédito. A linha deverá permitir a liberação de até R$ 12 bilhões em capital de giro. Recursos do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe), fundo garantidor do Sebrae, serão usados como um colchão de risco de R$ 1 bilhão às operações.