Philip Morris apresenta ciência do tabaco aquecido em Congresso de Cardiologia

Olá Jornal
setembro27/ 2019

A Philip Morris Internacional, por meio da PMI Science, apresentou a ciência do tabaco aquecido durante o 74º Congresso Brasileiro de Cardiologia. O evento, realizado no último fim de semana em Porto Alegre, contou com a presença da Head de Engajamento Científico da Philip Morris América Latina e Canadá, Andrea Costantini. Além disso, o produto da empresa conhecido como IQOS foi apresentado por meio de pesquisa independente do palestrante Reuven Zimlichman, de Israel, com o tema “Novo cenário: efeitos cardiovasculares do sistema de aquecimento de tabaco em comparação a continuar fumando cigarros”.

Andrea é médica especializada em farmacologia clínica, graduada pela Universidade de Buenos Aires e possui mais de 15 anos de experiência na indústria farmacêutica. Ela explica esta foi a segunda oportunidade que a PMI Science teve de trazer a sua ciência sobre o tabaco aquecido ao Congresso de Cardiologia. “Neste ano, apresentamos e discutimos as evidências científicas coletadas nas pesquisas conduzidas por nós em duas das plataformas desenvolvidas, podendo demonstrar a redução da toxicidade e do risco ao usuário se este mudar completamente seu uso do cigarro convencional para o tabaco aquecido”.

MENOR RISCO   

De acordo com a especialista, o produto de tabaco aquecido IQOS, proporciona uma redução na exposição aos compostos tóxicos e carcinogênicos em 95%, pelo fato de gerar vapor (aerossol) e não fumaça. Tais compostos são liberados pela fumaça do cigarro convencional gerada durante o processo de combustão. A concepção e o desenvolvimento do dispositivo de tabaco aquecido da PMI envolveram mais de 430 cientistas, de cerca de 30 áreas diferentes, mais de 750 estudos publicados e um total de US$ 6 bilhões em investimentos nos últimos 15 anos. “Seguimos um programa rigoroso de avaliação científica para demonstrar que a migração para o sistema de tabaco aquecido da PMI diminui significativamente a formação de compostos tóxicos quando comparado ao consumo de cigarros. Essa avaliação aplica práticas bem reconhecidas pela indústria farmacêutica, que vão desde a avaliação toxicológica do produto até estudos clínicos de longo prazo, e seguem os padrões definidos pela agência de vigilância sanitária dos Estados Unidos (FDA)”, afirma.

Apesar disso, Andrea avalia que a maior barreira em relação ao consumo, ainda proibido no Brasil, deve-se a falta de conhecimento do produto ainda novo no mercado. “Nosso papel é estimular o debate sério e a divulgação das informações científicas obtidas com relação a esta nova tecnologia”.

Frente a epidemia nos EUA, a médica considera importante a diferenciação dos cigarros eletrônicos para o tabaco aquecido é importante, uma vez que os episódios não envolvem tabaco aquecido e sim ao vaporizadores de nicotina, onde são inseridas outras substâncias química como THC (tetra-hidrocanabinol) e o acetato de vitamina E. “O IQOS possui estrutura blindada e funciona apenas com o tubo de tabaco comercializado pela Philip Morris, proporcionando maior segurança em termos de entrega de nicotina, que já é pré-definida, e impedindo qualquer possibilidade de manipulação ou aquecimento de outra substância. O seu funcionamento não permite qualquer mudança na concentração de nicotina, nem o uso contínuo e ininterrupto como outros vaporizadores”.

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