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Município não vai liberar novas obras da Corsan, enquanto reparos de vias não forem refeitos

Olá Jornal
julho20/ 2019

A Prefeitura de Venâncio Aires não vai liberar novas frentes de trabalho de obras para a construção da rede de esgoto. Ofícios informando a decisão foram encaminhados à Corsan, Encosan e Arcol, empresas responsáveis pelos investimentos no município. A medida se deve pela situação das vias públicas após a abertura de valas para a passagem da tubulação. O poder público local quer receber da estatal de saneamento um cronograma de recuperação das vias que já foram reparadas, mas ainda apresentam problemas estruturais.

Só depois de passar por fiscalização da prefeitura, com o término de algum trecho, é que a empresa responsável pela obra garante o pagamento das obras. Porém, a situação das vias em locais onde as obras já foram realizadas, tem motivado reclamações por parte dos moradores. “Só vamos liberar novas obras após a Corsan e as empresas definirem uma forma de melhorar as ruas que já tiveram abertura das valas. Não estamos gostando da situação que as ruas estão ficando após as obras,” destacou o prefeito Giovane Wickert (PSB).

A secretária de Planejamento, Jalila Böhm Heinemann (PSB), explica que um engenheiro da prefeitura faz a fiscalização das vias após a conclusão das obras, porém problemas estão sendo verificados após esta etapa. Desta forma, a Prefeitura busca um plano de ações para recuperar as vias que estão com problemas. “Precisamos de um cronograma de ações para recuperar estas ruas com problemas. A empresa é responsável por essas vias por cinco anos, porém já estamos verificando problemas em diversos pontos,” explica.

O Município vai exigir que a pavimentação seja refeita e não descarta buscar junto a Corsan recursos para recapeamento asfáltico das vias municipais, a exemplo do que foi realizado em 2015.

Em até dois anos a rede coletora de esgoto deve alcançar 90 quilômetros em bairros e área central de Venâncio Aires. O investimento global é de R$ 28 milhões. Toda a rede estará ligada à Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). Após passar por tratamento a água é encaminhada para o Arroio Castelhano. O principal objetivo da rede é garantir a despoluição do arroio ao longo dos próximos anos.

FOTO: Leandro Osório/AI PMVA