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Doutores P espera sua companhia para multiplicar alegria

Janine Niedermeyer
junho22/ 2017

A trupe de palhaços de Venâncio Aires, do Doutores P está de portas abertas para que você venha fazer parte deste espetáculo de alegrias. O grupo abriu inscrições para a oficina teatral “Eu <3 Palhaço”, que quer além de promover a troca de experiências com a comunidade e artistas locais, selecionar novos integrantes para compor o elenco.

Como diz a própria divulgação da trupe nas redes sociais, “abram-se as cortinas e a ala cirúrgica, liberem o picadeiro e os corredores, passem álcool gel na mão e um pouco no topete, e, claro, cliquem no link para garantir sua vaga nesse divertido encontro”. O link está disponível na página “Doutores P” no Facebook e para maiores informações é possível entrar em contato pelo e-mail doutoresp@gmail.com ou no telefone (51) 9-9712-3230.

Conforme uma das integrantes, Rosmeri Menzel Lora, essa é uma oportunidade ímpar para quem gosta da linguagem do palhaço. “É um universo amplo, e que requer muito estudo: os tipos de clowns, exercícios e jogos teatrais, a improvisação, enfim, um ‘mergulho’ no eu-palhaço”.

EXERCÍCIOS

Com vagas limitadas, o cadastro tem o valor de R$ 30,00 e os encontros ocorrerão aos sábados de 1º de julho até 23 de setembro, sempre das 18h às 20h na academia ao ar livre do bairro Gressler (atrás do posto de saúde do bairro Gressler na rua Armando Ruschel). A oficina voltada para pessoas acima de 16 anos de idade, será ministrada pelos integrantes da trupe, Eliane Turcatto e William Sperb.

As atividades serão baseadas em exercícios cômicos e jogos teatrais, que trabalham a desinibição, atenção, improviso, estado mental e o corpo do ator. Através de jogos cênicos teatrais, bem como específicos da linguagem do palhaço, os alunos terão um experiência com a máscara Clownesca e seus desdobramentos quando usadas em ambientes adversos.

Rosmeri ressalta que a trupe leva alegria aos pacientes do Hospital São Sebastião Mártir, nas tardes de sábado. “As intervenções são sempre uma surpresa, a única regra é que o paciente ‘autorize’ a nossa entrada. A partir disto, a imaginação rola solta. Há música, conversa, planos pós alta médica, organização de eventos. Conseguir subverter a lógica de um ambiente tão sério e rigoroso, trazendo leveza e proporcionando interação, é gratificante”.

Foto: Maicon Nieland/ Arquivo Olá