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Direção, alunos e pais pressionam por obras na escola Monte das Tabocas

Janine Niedermeyer
fevereiro22/ 2017

Um grupo formado por pais, alunos e direção da Escola Estadual Monte das Tabocas, no centro de Venâncio Aires, teve de buscar a última instância em termos de ensino público, para garantir melhorias no educandário. Uma queda de braço com a burocracia, que ainda não teve um fim.

Na manhã desta quarta-feira, 22, os representantes tiveram encontro em Porto Alegre com o secretário estadual de Educação, Luís Antônio Alcoba de Freitas e o diretor adjunto administrativo da pasta, Carlos Alberto Selistre. A comitiva foi formada pela diretora Jacqueline Pasa, a presidente do Círculo de Pais e Mestres (CPM), Barbara Soares e do Conselho Escolar, Fabiane Bergmann; e os estudantes Carlos Henrique Dalfelth e Jennifer Paola Soares. Eles participaram da reunião na presença do deputado estadual Adolfo Brito (PP) e assessores.

Documentos e fotos foram levados em mãos para o secretário, que trazem relatos e imagens das atuais demandas da escola. Entre as necessidades de melhorias e obras no local estão telhados, aumento da capacidade da energia elétrica, reforma ou construção de um novo refeitório e demolição do prédio de madeira para construção de novas salas de aula.

Investimentos

Conforme a diretora, já havia um processo de melhorias em andamento, mas parado desde 2012, que garantiria recursos da esfera federal. Na época o investimento estimado era de R$ 1 milhão. “Hoje somente a reforma emergencial que foi solicitada junto à 6ª CRE (Coordenadoria Regional de Educação) está em R$ 1,5 milhão”, explica Jacqueline.

A docente relata que essa reforma emergencial, pedido encaminhado no final de 2016, resultou na demanda 00008/2017. “Essa temos esperança de que aconteça, já que o processo anterior parou e não tem mais perspectivas de ser realizado”.

Este processo tramita na Coordenadoria Regional de Obras Públicas, com sede em Santa Cruz do Sul e o apontamento de situação emergencial depende da avaliação de técniso da CROP, que ainda não estiveram no educandário.

“A Secretaria de Educação já vez contato para saber o andamento desta demanda e agora aguardamos essa visita. Depois do levantamento é enviado para a Seduc. Temos certeza que será considerado uma obra emergencial”, explica a diretora.

Jacqueline Pasa afirma que a escola possa até ser interditada, por questões de segurança, caso os investimentos não ocorram. Além disso, é aguardado uma visita de engenheiro contratado pelo Estado, para fazer o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI). Hoje a escola possui 1.104 estudantes, com três turnos de funcionamento.

Fotos: Maicon Nieland e Assessoria de Imprensa Adolfo Brito