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Caciva espera retomada do crescimento este ano e projeta cursos para qualificação

Guilherme Siebeneichler
fevereiro27/ 2017

Após a divulgação do crescimento no número de empresas que fecharam as portas em Venâncio Aires, há 15 dias, a Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Venâncio Aires (Caciva) avalia o cenário econômico e projeta a retomada do crescimento econômico. Buscando garantir a blindagem dos negócios locais, a entidades prepara treinamentos de gestão e o fortalecimento dos empreendimentos da cidade.

As medidas já adotadas desde o ano passado levam em conta o incentivo ao consumo no comércio venâncio-airense, com promoções conjuntas e ações em datas comemorativas. Segundo a presidente da Caciva, Fabiana Bergamaschi, a Capital Nacional do Chimarrão também sofreu os efeitos do ajuste econômico. “O consumidor ainda tem restrições financeiras, tivemos um boom na economia há quatro anos e agora o período é de ajustes. Quando há encolhimento precisamos fortalecer o nosso empresariado local.”

Aliada às ações promocionais, a dirigente afirma que a capacitação e treinamentos são importantes para a manutenção dos negócios. “Os últimos anos foram de aumento no número de negócios, mas o dia a dia das empresas é difícil. Por isso programamos sempre cursos e treinamentos para ajudar os gestores na manutenção das empresas,” destaca Fabiana.

Para este ano a Caciva prepara treinamentos voltados aos gerentes e empreendedores com o objetivo de fomentar a gestão qualificada dos negócios. Além disso, as liquidações conjuntas com a rede do comércio venâncio-airense será mantida, bem como, ações em datas comemorativas, para fomentar as compras locais.

PIOR PASSOU
Na avaliação da presidente da Caciva, o pior da recessão econômica já passou. “Chegamos no limite da crise, agora esperamos também respostas do governo para estimular o crescimento das empresas e fomentar a geração de renda e emprego.”

O posicionamento da entidade leva em consideração também expectativas da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) e Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) que preveem melhoras no Produto Interno Bruto (PIB), porém, ainda número negativos para as taxas de desemprego.