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Atletas do Projeto Cestinha são selecionados por time paulista

Olá Jornal
janeiro16/ 2019

No início de fevereiro, dois atletas do Projeto Cestinha Sesi/Unisc deixarão Santa Cruz do Sul para viver uma nova experiência como jogadores do time de basquete de Rio Claro, no interior de São Paulo. Dhomini Vieira e Renan Bublitz, ambos de 15 anos, integravam a equipe da categoria sub-15 do Cestinha há quatro e seis anos, respectivamente. A partir do próximo mês, passarão a morar no alojamento junto ao ginásio do novo clube, além de receber uma ajuda de custo mensal.

Segundo os atletas, as primeiras disputas que irão participar serão a partir de março, após um mês de preparação. “Espero ter muitas experiências novas, tentar jogar em alto nível, buscar me destacar e fazer o meu melhor”, ressalta Bublitz, cuja posição é armador. O mesmo desejo é compartilhado pelo colega Vieira. “Quero adquirir o máximo de experiência fora do Estado, sair da zona de conforto e me tornar um grande jogador”, aponta o jovem pivô.

Para o técnico Rodolfo Thomas, que treinou Bublitz e Vieira nas categorias sub-14 e sub-15 do Cestinha, essa nova etapa será muito boa para eles como atletas. “Terão mais independência e várias oportunidades de crescimento pessoal e profissional. Acredito que farão um grande trabalho lá”, salienta Thomas, destacando que o interesse pelos jogadores partiu do clube paulista. “O Nícolas Vilela, técnico de base do Rio Claro, assistiu alguns vídeos deles em quadra, gostou e entrou em contato com as famílias”, explica.

O coordenador do Cestinha, professor Gilmar Fernando Weis, observa que os atletas devem aproveitar ao máximo a chance que estão tendo para desenvolver a prática do basquete, mas sem deixar os estudos de lado, fundamentais para garantir um futuro melhor. “Meu sonho é que todos os jogadores ficassem em Santa Cruz, com uma estrutura compatível com a que existe em outros estados. Enquanto isso não acontece, os clubes de fora estão oferecendo melhores vantagens aos atletas, e eles veem nisso a possibilidade de crescerem como jogadores e se tornarem independentes”, comenta Weis.

 

 

Crédito: AI Unisc